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terça-feira, outubro 15, 2013
quarta-feira, junho 19, 2013
Indicação
Após uma curta e incrível temporada, 'Hannibal' ganhou fãs no mundo inteiro. Eu confesso que era grande fã do personagem, mas o último livro de Thomas Harris e o penúltimo filme (nem me dei ao trabalho de ver o último) me decepcionaram muitíssimo. Mas a série redimiu todos esses erros, sem dúvida. Resolvi assistir pra ver Gillian Anderson e, embora ela só tenha aparecido no sétimo episódio, a espera valeu a pena.
Não sei se alguém da série chegou a perceber, mas o personagem de Gillian Anderson em 'Arquivo X' foi livremente inspirado em Clarice Starling, de 'O silêncio dos Inocentes', o segundo livro da série com Hannibal. De qualquer modo, vale a pena checar a dinâmica entre Bedelia du Maurier e Hannibal. Sempre sugere um segredo, algo por revelar.
A direção de arte, a fotografia e a trilha sonora da série são impecáveis. Não direi que é o melhor Will Graham de todos os tempos (a melhor interpretação ainda pertence a William Petersen), mas é o mais bem construído. É algo que as séries têm à vontade: tempo pra construir personagens. Parece até teatro.
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segunda-feira, junho 10, 2013
Indicação
(...)" Mesmo aquele que não tem em seu interior um lobo, nem por isso pode ser considerado mais feliz. E mesmo a mais infeliz das existências tem os seus momentos luminosos e suas pequenas flores de ventura a brotar entre a areia e as pedras. Assim acontecia também com o Lobo da Estepe. Não se pode negar fosse, em geral, muito infeliz, e podia também fazer os outros infelizes, especialmente quando os queria ou era por eles estimado. Pois todos os que com ele se deram viram apenas uma das partes de seu ser. Muitos o estimaram por ser uma pessoa inteligente, refinada e arguta, e mostraram-se horrorizados e desapontados quando descobriam o lobo que morava nele. E assim tinha de ser pois Harry, como toda pessoa sensível, queria ser amado como um todo e, portanto, era exatamente com aqueles cujo amor lhe era mais precioso que ele não podia de maneira alguma encobrir ou perjurar o lobo. Havia outros, todavia, que amavam nele exatamente o lobo, o livre, o selvagem, o indômito, o perigoso e o forte, e estes achavam profundamente decepcionante e deplorável quando o selvagem e perverso se transformava em homem, e mostrava anseios de bondade e refinamento, gostava de ouvir Mozart, de ler poesia e acalentar ideais humanos. Em geral, estes se mostravam mais desapontados e irritados do que os outros, e dessa forma o Lobo da Estepe levava sua própria natureza dual e discordante aos destinos alheios toda vez que entrava em contato com as pessoas."
(Hermann Hesse, O lobo da estepe)
***
Indicação certeira do meu terapeuta, que adora Hermann Hesse! Só hoje, depois de três dias me encantando com o livro, descobri por que o nome me parecia tão familiar: 'Steppenwolf Theatre Company' foi co-fundada em Chicago por John Malkovich e tem, entre vários atores conhecidos, um de meus Williams prediletos no elenco fixo.
(Hermann Hesse, O lobo da estepe)
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Indicação certeira do meu terapeuta, que adora Hermann Hesse! Só hoje, depois de três dias me encantando com o livro, descobri por que o nome me parecia tão familiar: 'Steppenwolf Theatre Company' foi co-fundada em Chicago por John Malkovich e tem, entre vários atores conhecidos, um de meus Williams prediletos no elenco fixo.
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domingo, julho 01, 2012
Saudade
Wrigley Field 29.06.12, em mais um jogo dos Cubs (pra quem não sabe William Petersen foi jogador de beisebol pelos Cubs).
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sábado, junho 09, 2012
Evan Almighty
Ok, mi hermano. Finalmente eu vi 'A volta do Todo Poderoso'. Agora eu quero ver 'Seeking a friend for the end of the world', mas não é pra ver o Steve Carell. ;)
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quarta-feira, junho 06, 2012
Pra refletir
Não aguentei esperar e vi com a legenda em espanhol. Depois desse filme, qualquer um desiste de ser professor.


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quarta-feira, março 28, 2012
Williams
'Que a noite lhes seja serena E as penas do dia pareçam pequenas. Que os sonhos lhes sejam amenos E anjos tranquilos lhes façam acenos.'(William Bonner, no Twitter)
***

No elenco de 'Seeking a Friend for the End of the World'.
***
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No elenco de 'Seeking a Friend for the End of the World'.
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quinta-feira, janeiro 26, 2012
Sentiremos Saudade

À medida que os (muitos) anos se passam, uma série vai renovando seus atores e, muitas vezes, a gente só percebe quando é alguém importante. A meu ver, o personagem de Marg Helgenberger foi o mais coerente, do início ao fim da participação na série. Bem resolvida, decidida, independente, Catherine parecia não recuar diante de nada, nem ninguém.
E não se engane! CSI continua firme, parando os corações de emoção de vez em quando. A escalada das drogas, das gangues, de toda a violência urbana enfim, tem rendido episódio memoráveis. Aliás, como Carol Mendelsohn comentou: "Billy Petersen gave us the idea for tonighs story arc. It inspired us to think big - as Billy always did". Isso é pra quem acha que ele está livre, leve e solto em Chicago, brincando de ser pai.
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quinta-feira, junho 02, 2011
Atualização:
Meio-dia e cinqüenta minutos. Parece que ontem acertei na dosagem da medicação pra ‘apagar’ (embora nunca consiga dormir, de fato, antes da meia-noite) e, como deu saudade do tio (Bonner se auto-denomina assim na rede) e ele nos cumprimentou ao vivo no twitter. Passei parte desse tempo com o JN, parte arrumando a cozinha, parte bolando um marcador novo (bolas, o colar de Suzi que não ‘surge’ na imaginação!), parte, claro, ouvindo ‘Bones’, porque estou cansada de ouvir. Eu sei, o Booth é lindo, mas não é WP, então melhor treinar o inglês, tentar dormir e ficar ouvindo. Quem sabe eu sonho... com o WP, claro.

Voltando à faxina : ‘conseguimos’ tirar quase tudo do guarda-roupa. Sobrou um par de sapatos mofados que, a faxineira perdoe, mas estou sobrevivendo a tanta cólica, alergia e depressão essa semana, que ela vai ter que tirar. Estou lavando toda a roupa, sim, apesar que mal ver o mofo. Como diz um personagem meu, mas a respeito do pólen ao qual a filha dele é alérgica: ‘Claro que eu não via exatamente o pólen, mas o nariz da gente percebe que tem alguma coisa diferente.’ Mofo é do mesmo jeito, ou quase. Fica aquela camada esbranquicenta, irc! Então, estou lavando peça por peça de decoração (ou passando lustra-móveis, ou óleo, depende da situação da peça em questão, porque ‘lavar’ pode piorar o mofo), os cabides (claro que ‘os cabides’, vou pendurar roupa limpa em cabide mofado? Parece que não sei!), meu querido baú que pintei de branco (mal pintado) e nunca postei, mas gosto dele mesmo assim... Ou seja, é uma faxina bem ‘mulherzinha’ e pessoal.

Ainda assim, acho que vou pedir à faxineira que venha duas vezes essa semana, até pra compensar o tanto que não nos vemos. Preciso que alguém me ajude a passar tanta roupa. Eu comecei a passar roupa tão cedo que já não gosto mais, se é que um dia gostei - lavar roupa, sim, é brincar com água – ou cansei, e ainda tem meu ombro com bursite. Antes que digam que pareço uma velha, a me queixar de doenças por todos os lados, fui-me.

Voltando à faxina : ‘conseguimos’ tirar quase tudo do guarda-roupa. Sobrou um par de sapatos mofados que, a faxineira perdoe, mas estou sobrevivendo a tanta cólica, alergia e depressão essa semana, que ela vai ter que tirar. Estou lavando toda a roupa, sim, apesar que mal ver o mofo. Como diz um personagem meu, mas a respeito do pólen ao qual a filha dele é alérgica: ‘Claro que eu não via exatamente o pólen, mas o nariz da gente percebe que tem alguma coisa diferente.’ Mofo é do mesmo jeito, ou quase. Fica aquela camada esbranquicenta, irc! Então, estou lavando peça por peça de decoração (ou passando lustra-móveis, ou óleo, depende da situação da peça em questão, porque ‘lavar’ pode piorar o mofo), os cabides (claro que ‘os cabides’, vou pendurar roupa limpa em cabide mofado? Parece que não sei!), meu querido baú que pintei de branco (mal pintado) e nunca postei, mas gosto dele mesmo assim... Ou seja, é uma faxina bem ‘mulherzinha’ e pessoal.

Ainda assim, acho que vou pedir à faxineira que venha duas vezes essa semana, até pra compensar o tanto que não nos vemos. Preciso que alguém me ajude a passar tanta roupa. Eu comecei a passar roupa tão cedo que já não gosto mais, se é que um dia gostei - lavar roupa, sim, é brincar com água – ou cansei, e ainda tem meu ombro com bursite. Antes que digam que pareço uma velha, a me queixar de doenças por todos os lados, fui-me.
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sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Awesome!!!!

Não aguentei esperar a tradução das legendas e assisti 'The Two Mrs Grissoms' (S11E13) em inglês mesmo. Imagino a audiência nessa última quinta-feira, com a confirmação da participação de Grissom, que não foi exatamente 'ao vivo', mas via Skype.
Esse 13o episódio da temporada tem um roteiro bem estruturado, mas não o melhor dos mais de 200 episódios da série. Obviamente, o foco não era o assassinato, mas o relacionamento de Sara com a sogra e uma ex-namorada de Griss. Adorei a professora Betty Grissom, sem dúvida Gil tem uma mãe e tanto. Indico veementemente.
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sábado, novembro 13, 2010
Email pra Grissom's Girl...

... e outros fãs desanimados com CSI sem WP.
Minha cara,
se você assistir à nova temporada, muda de idéia. Está fa-bu-lo-sa. Finalmente acharam a fórmula! O interessante é que eu comentei, na época do fórum, quando WP ainda estava em CSI, como deveriam fazer pra manter a audiência sem ele. Como eu não estava fluente e segura do meu inglês, não mandei nada pra produção. Era exatamente o que estão fazendo.
- Minha primeira sugestão era entrar pesado em tecnologia, mostrando todos os recursos de ponta que um departamento CSI com recursos poderia usar. Fizeram isso desde o primeiro episódio sem Petersen.
- A segunda sugestão era introduzir novos personagens pouco a pouco, antes da saída de WP. Afinal, sabiam que o homem ia sair muito antes de nós. O que aconteceu? Perdemos Jorja, Dourdan e Petersen entre a 8a e a 9a temporada. Só na fase final de Grissom, colocaram a CSI nova, que não emplacou. Na 11a, estão introduzindo gente nova aos pouquinhos.
- Outra sugestão, que 'pegaram' devagar e sempre, foi distribuir as características de Grissom entre os personagens, como aquelas citações que abriam os episódios. Escorregaram um pouco nessa, porque a meu ver, concentraram muita coisa em Nick e Hodges. Agora, estão diversificando e está melhor.
- Uma curiosidade é que Nick tomou pra si o encargo de ser 'o homem dos insetos', foi a cursos e palestras, e agora ajuda a equipe nisso.
- Uma coisa que só entenderam nessa temporada, é que o público quer Grissom, mas não precisa ser com WP em pessoa (ou em voz, como em 'turn, turn, turn'). Em praticamente todos os episódios da 11a temporada, alguém tem alguma história de Grissom pra contar, ou uma piadinha com Sara. Isso faz todo sentido, né? Eles tinham que falar no marido dela! Fizeram isso, acho, duas ou três vezes em toda a 10a temporada, mas a cada vez, aquecia meu coração, ver que Grissom não havia sido esquecido. Não sei se os roteiristas e produtores estavam numa campanha de negação ('Grissom não vai voltar, não alimentem esperanças'), talvez a pedido do próprio WP, mas giraram 180 graus, pra melhor.
- Uma coisa que mudou também, e isso não me lembro de ter sugerido especificamente na saída de GG mas comentei em algum momento anterior: a vida privada dos personagens. Está sendo contada, finalmente! Só se sabia de Catherine, Catherine, Catherine, e o Dr Robbins de vez em quando.
- Mais outra: continuidade. Não falo de uma série de assassinatos e pronto, mas de coisinhas que nos fazem parar e ficar perguntando 'E Nick estava fazendo terapia pra quê?!', aí me lembrei do final da 10a temporada, ou o desenrolar do romance/drama/comédia de Hodges e Wendy (sua querida datiloscopista Mandy sumiu, antes que pergunte), o caso de Catherine e Vartan, Sara falando de si, etc. Porque num local de trabalho existe um partilhamento de vida pessoal, quer você queira ou não. E se você tem Hodges na equipe, há mais que partilhamento.
Enfim, escrevi isso de um fôlego só porque estou me reapaixonando pesado por CSI, como deu pra perceber. Ou nunca desapaixonei, mas reconheço que não fiquei revendo epi por epi, como antigamente. Bones me apoiou nessa transição difícil da 9a e 10a temporadas, CM me pegou de jeito (revi a 1a temporada mais de uma vez, porque não podia baixar o resto), mas em mais de um momento, nas últimas 3 noites, me vi sem respirar (literalmente), me assustando pra valer (já conto), torcendo por algo, sugerindo alguma coisa (e acertando) e rindo a bandeiras despregadas (e com medo que os novos vizinhos me internem). Aliás, esse email está tão detalhadinho que vou ali postar no blog, sem tirar uma vírgula, ok? Volto já.
Antes que me esqueça, o susto. Lembra que passei mal com o livro de A. Zuiker? Do psicopata que determinou a criação de um nível mais elevado pra classificação de maldade? Se eu te contar que 'o coiso' apareceu num episódio? Juro que fiquei com medo que o crime que me fez passar mal aparecesse, mas o cara é tão ruim que só deu pra usar o primeiro crime dele, e rendeu um episódio inteiro. E não pegaram ninguém. O que me faz temer os episódios seguintes. Enquanto isso, fico aqui me autocongratulando por saber que peróxido de hidrogênio identifica sangue quando o luminol falha, como sua mãe bem sabe, porque trabalha na área. Vai lá perguntar a ela o que acontece se jogar água oxigenada em sangue.
Beijos,
eu.
P.S.: mantiveram o hábito de convidar celebridades, de vez em quando. Como eu não sei quem são, geralmente não os reconheço. Uma exceção louvável foi Faye Dunaway. A outra foi, acredite-me, Justin Bieber. Só ouvi falar dele há algumas semanas e o menino apareceu mal a temporada começou:
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sábado, junho 19, 2010
O que faz um dia de pintura
Saudade da Fal, da Suzi, da minha casa organizada, dos filmes classificados por ordem alfabética, das minhas estantes com livros classificados como só eu entendo, da casa sem esse cheiro horrível de tinta, e vazia, sem gente andando pra lá e pra cá.
Saudade de 'Bones', de WP em 'CSI' (ver na Record não vale), de escrever sem parar, da coleção do Batman organizada por ordem cronológica, do dileto irmão, do chão livre de tinta, da Fátima apresentando JN ao lado do Bonner, de ter tempo de ler sem pressa, e da mesa da cozinha sem esse monte de organizadores que só atrapalham na hora de encontrar o tempero certo pra fazer sopa. Sim, sopa, porque com esse frio e essa bagunça, não dá coragem de fazer mais nada, nem com as receitas da Fal e da Suzi.

Essa porcaria de tinta me deu dor de cabeça e já estou imaginando a casa amanhã, depois de mais um dia com os pintores por aqui. No mínimo, vou assistir o jogo do Brasil espirrando. Novidade: o chão da sala de jantar cedeu enquanto pintavam uma das paredes (eu não disse que aquela porcaria ia ceder?) e eu só vi agora que o pessoal foi embora.
Como Suzi comentou: 'Ao começar um novo projeto, tudo que apresentamos é apenas o resultado de um processo. Cuja qualidade será sempre proporcional à riqueza de nossa bagagem. E é aí que me pergunto: estou satisfeita com o que eu trouxe até aqui?'
Satisfeita, não sei, mas eu estou cansada, isso sim. Também deu saudade do tempo que eu podia ler vários blogs e acompanhar as histórias paralelas. Essa do telefone sem fio foi uma que só li agora, como só agora vi o post de Suzi me agradecendo pelas flores do Dia dos Namorados.
Saudade de 'Bones', de WP em 'CSI' (ver na Record não vale), de escrever sem parar, da coleção do Batman organizada por ordem cronológica, do dileto irmão, do chão livre de tinta, da Fátima apresentando JN ao lado do Bonner, de ter tempo de ler sem pressa, e da mesa da cozinha sem esse monte de organizadores que só atrapalham na hora de encontrar o tempero certo pra fazer sopa. Sim, sopa, porque com esse frio e essa bagunça, não dá coragem de fazer mais nada, nem com as receitas da Fal e da Suzi.

Essa porcaria de tinta me deu dor de cabeça e já estou imaginando a casa amanhã, depois de mais um dia com os pintores por aqui. No mínimo, vou assistir o jogo do Brasil espirrando. Novidade: o chão da sala de jantar cedeu enquanto pintavam uma das paredes (eu não disse que aquela porcaria ia ceder?) e eu só vi agora que o pessoal foi embora.
Como Suzi comentou: 'Ao começar um novo projeto, tudo que apresentamos é apenas o resultado de um processo. Cuja qualidade será sempre proporcional à riqueza de nossa bagagem. E é aí que me pergunto: estou satisfeita com o que eu trouxe até aqui?'
Satisfeita, não sei, mas eu estou cansada, isso sim. Também deu saudade do tempo que eu podia ler vários blogs e acompanhar as histórias paralelas. Essa do telefone sem fio foi uma que só li agora, como só agora vi o post de Suzi me agradecendo pelas flores do Dia dos Namorados.
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segunda-feira, maio 24, 2010
Dia do Orgulho Nerd
Amanhã é um dia de estrela, com certeza. Como ainda não existe um 'dia do orgulho geek', nós comemoramos juntos o fato de sermos amantes do conhecimento. A diferença básica entre nerds e geeks é a sociabilidade, mas existem controvérsias. Por via das dúvidas, vamos aos meus nerds favoritos:

Alguém aí tem dúvida que Bones precisa melhorar sua habilidade em socializar? E Hodges? Cruzes!
E meus imbatíveis geeks:

OK, Grissom podia ser mais sociável, e ele era, no início. Deve ter sido a pressão de ser chefe, vai saber. Mas existe cientista mais fashion que Catherine Willows? E mais cool do que Greg Sandres? No way!
Quem quiser uma boa fonte, diferenciando nerds e geeks, eu indico a Wikipédia.

Alguém aí tem dúvida que Bones precisa melhorar sua habilidade em socializar? E Hodges? Cruzes!
E meus imbatíveis geeks:

OK, Grissom podia ser mais sociável, e ele era, no início. Deve ter sido a pressão de ser chefe, vai saber. Mas existe cientista mais fashion que Catherine Willows? E mais cool do que Greg Sandres? No way!
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quinta-feira, março 11, 2010
Eu indico
Sabe aqueles relacionamentos que a gente acompanha e se pergunta:
- ‘O que esse(a) homem/mulher está fazendo? Porque ele(a) que não larga/aceita fulano(a)?’
- ‘Eu nunca teria um (a) marido/mulher assim!’
- ‘Prefiro a solidão a uma situação como essa!’
Sabe quando depois de muito tempo (ou nunca) a gente entende que tinha de ser daquele jeito, que aquela era a história deles e não a sua?
Essa é uma de minhas listas de filmes sobre o tema:
Clássico/Obrigatório
A insustentável leveza do ser (The Unbearable Lightness of Being), com Daniel Day Lewis e Juliette Binoche. BAFTA (1989) de melhor roteiro adaptado, Independent Spirit Awards (1989) de melhor fotografia. Indicado ao Oscar (1989) de melhor fotografia (Sven Nykvist) e melhor roteiro adaptado. Indicado ao Globo de Ouro (1989) de melhor filme de cinema - drama - e melhor atuação de atriz coadjuvante em cinema (Lena Olin).
Uma excelente adaptação do livro homônimo de Milan Kundera, é uma oportunidade de ver dois jovens atores (que marcariam a década seguinte) interpretando dois dos personagens mais fascinantes que já conheci. Com o cenário político como fundo, a história explora as sutilezas do relacionamento entre Tomas e Tereza, e o modo como cada um vê o amor e o sexo. Um conto inesquecível sobre a complexidade das relações humanas, que merece ser explorado na obra que inspirou o filme.
Pra ver e rever
A razão do meu afeto (The Object of my Affection), com Paul Rudd e Jennifer Aniston.
Tirando a questão hetero/homossexual do debate, imagine uma amizade perfeita. Imagine que um se apaixona pelo outro, e saiba que esse amor nunca será correspondido. É assim que começa essa comédia romântica ambientada em NY que, por alguma razão roubou meu coração. Não é o melhor roteiro do mundo (baseado no livro homônimo de Stephen McCauley, que eu nunca li), a trilha sonora é legal, a direção de arte também, mas há algo nos personagens (não apenas nos personagens principais) que me faz pensar que os conheço de algum lugar. Ainda que não se torne um de seus filmes prediletos, vale como diversão.
Indicações pessoais
Lado a lado (Stepmom), com Susan Sarandon, Ed Harris e Julia Roberts.
Esse foi um daqueles filmes que eu fui assistir porque é impossível resistir a Julia, Susan e Harris numa única história. Pra quem já acompanhou uma separação e a reconstrução de vida de uma das partes, o filme tem momentos agridoces, sem contar que conta muito mais que a adaptação de uma nova pessoa no universo da antiga família. Susan e Julia reconheceram que o dia-a-dia das filmagens era tenso, porque o relacionamento entre Isabel e Jackie não é nada fácil. Destaque para a direção de arte e fotografia, e pra atuação de Jena Malone e Liam Aiken.
Geniais
Paraíso das Ilusões (Kiss the Sky), com William Petersen e Gary Cole.
Na primeira vez que eu assisti Kiss the Sky, assim que os créditos começaram a rolar, eu escrevi um email a quem havia me dado o DVD de presente. Começava com 'Esqueça William Petersen, o filme é demais!'. O que torna essa história genial são os diálogos. Alguns críticos comentam que é um dos filmes que melhor retrataram o universo e o modo de pensar masculino. A fotografia é boa, a atuação de todos não é nada mal (Terence Stamp está ótimo) e por mais surreal que tudo pareça, muitas pessoas vão se identificar com o sentimento de angústia e despersonalização vivido por Jeff e Marty no início do filme (e apoiar parte das decisões deles pra sair disso). Destaque pra cena inicial, onde os dois discutem os prós e contras dos antidepressivos da moda.
Valem a pena
O poder do amor (Something to talk about), com Julia Roberts e Denis Quaid.
Essa foi minha primeira decepção de filme com Julia Roberts. O filme em si é um daqueles que a gente indica dizendo 'é, se não tiver nada melhor pra fazer...', mas mostra a reação inesperada de uma mulher toda certinha às voltas com o marido namorador. Nunca esqueci a cena da reunião de mães na escola, em que ela diz algo como: 'Só mais uma coisa: quem mais aqui dormiu com meu marido?'
- ‘O que esse(a) homem/mulher está fazendo? Porque ele(a) que não larga/aceita fulano(a)?’
- ‘Eu nunca teria um (a) marido/mulher assim!’
- ‘Prefiro a solidão a uma situação como essa!’
Sabe quando depois de muito tempo (ou nunca) a gente entende que tinha de ser daquele jeito, que aquela era a história deles e não a sua?
Essa é uma de minhas listas de filmes sobre o tema:
Clássico/Obrigatório
A insustentável leveza do ser (The Unbearable Lightness of Being), com Daniel Day Lewis e Juliette Binoche. BAFTA (1989) de melhor roteiro adaptado, Independent Spirit Awards (1989) de melhor fotografia. Indicado ao Oscar (1989) de melhor fotografia (Sven Nykvist) e melhor roteiro adaptado. Indicado ao Globo de Ouro (1989) de melhor filme de cinema - drama - e melhor atuação de atriz coadjuvante em cinema (Lena Olin).
Uma excelente adaptação do livro homônimo de Milan Kundera, é uma oportunidade de ver dois jovens atores (que marcariam a década seguinte) interpretando dois dos personagens mais fascinantes que já conheci. Com o cenário político como fundo, a história explora as sutilezas do relacionamento entre Tomas e Tereza, e o modo como cada um vê o amor e o sexo. Um conto inesquecível sobre a complexidade das relações humanas, que merece ser explorado na obra que inspirou o filme.
Pra ver e rever
A razão do meu afeto (The Object of my Affection), com Paul Rudd e Jennifer Aniston.
Tirando a questão hetero/homossexual do debate, imagine uma amizade perfeita. Imagine que um se apaixona pelo outro, e saiba que esse amor nunca será correspondido. É assim que começa essa comédia romântica ambientada em NY que, por alguma razão roubou meu coração. Não é o melhor roteiro do mundo (baseado no livro homônimo de Stephen McCauley, que eu nunca li), a trilha sonora é legal, a direção de arte também, mas há algo nos personagens (não apenas nos personagens principais) que me faz pensar que os conheço de algum lugar. Ainda que não se torne um de seus filmes prediletos, vale como diversão.
Indicações pessoais
Lado a lado (Stepmom), com Susan Sarandon, Ed Harris e Julia Roberts.
Esse foi um daqueles filmes que eu fui assistir porque é impossível resistir a Julia, Susan e Harris numa única história. Pra quem já acompanhou uma separação e a reconstrução de vida de uma das partes, o filme tem momentos agridoces, sem contar que conta muito mais que a adaptação de uma nova pessoa no universo da antiga família. Susan e Julia reconheceram que o dia-a-dia das filmagens era tenso, porque o relacionamento entre Isabel e Jackie não é nada fácil. Destaque para a direção de arte e fotografia, e pra atuação de Jena Malone e Liam Aiken.
Geniais
Paraíso das Ilusões (Kiss the Sky), com William Petersen e Gary Cole.
Na primeira vez que eu assisti Kiss the Sky, assim que os créditos começaram a rolar, eu escrevi um email a quem havia me dado o DVD de presente. Começava com 'Esqueça William Petersen, o filme é demais!'. O que torna essa história genial são os diálogos. Alguns críticos comentam que é um dos filmes que melhor retrataram o universo e o modo de pensar masculino. A fotografia é boa, a atuação de todos não é nada mal (Terence Stamp está ótimo) e por mais surreal que tudo pareça, muitas pessoas vão se identificar com o sentimento de angústia e despersonalização vivido por Jeff e Marty no início do filme (e apoiar parte das decisões deles pra sair disso). Destaque pra cena inicial, onde os dois discutem os prós e contras dos antidepressivos da moda.
Valem a pena
O poder do amor (Something to talk about), com Julia Roberts e Denis Quaid.
Essa foi minha primeira decepção de filme com Julia Roberts. O filme em si é um daqueles que a gente indica dizendo 'é, se não tiver nada melhor pra fazer...', mas mostra a reação inesperada de uma mulher toda certinha às voltas com o marido namorador. Nunca esqueci a cena da reunião de mães na escola, em que ela diz algo como: 'Só mais uma coisa: quem mais aqui dormiu com meu marido?'
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domingo, fevereiro 14, 2010
Eu indico
Sem nada pra fazer (Aslam, Lucy e os irmãos estão descansando), eu comecei a organizar uma lista de filmes que data de muito, muito tempo atrás. O ruim de morar em interior é que não tem cinema, então eu perco muito filme bom. Na lista, os filmes estão divididos em categorias e o critério é totalmente subjetivo:
- 'Obrigatórios': aqueles filmes que, quando você admite que adora cinema, é indesculpável não ter visto. Ex: 'O último tango em Paris', com Marlon Brando.
(É verdade que, na época que assisti esse, não entendi nada. Ah, a juventude. Mas voltemos à lista)
- 'Para ver e rever': são aqueles que não saem do DVD player ou videocassete. Você sabe os diálogos de cor. Nem sempre foram campeões de bilheterias, alguns são desconhecidos pra maioria das pessoas, mas e daí? Gosto é gosto. Ex: 'Moulin Rouge', com Nicole Kidman e Ewan McGregor.
(Uma injustiça esse não ter sido sequer indicado pela Academia pra melhor trilha sonora)
- 'Geniais': o roteiro de um filme geralmente é o que o faz 'genial', mas às vezes foi o ator ou o diretor (ou ambos) que roubaram a cena. Filmes 'geniais' são tão bons que, muitas vezes, acabam na categoria 'Para ver e rever'. Ex: 'Gran Torino'.
- 'Indicações pessoais': filmes que você adorou e indica pra todo mundo. Ex: 'Doze homens e uma sentença', de William Friedkin.
(eu realmente adoro esse, que me foi apresentado por meu irmão, muito antes de eu virar fã de William Petersen. Nem me lembrava que ele estava no elenco, de tão boa a atuação de Lemmon)
- 'Valem a pena': filmes bons, mas não impressionantes, que valem o seu tempo. Alguns são grandes filmes, mas não mexeram (tanto) com você a ponto de alguém ouvir você dizem 'Ah, mas você tem que assistir esse. É ótimo!'. Ex: 'Coração Valente'.
(eu sei, eu sei. Ganhou mais de um Oscar, mas eu achei muito longo. É muito bom, mas eu só gostei do caráter histórico)
- 'Menção Honrosa': sabe aquele filme que você não faz questão de rever e outra pessoa adorou? Está aqui. Pode ser o filme mais comentado, ganhador de um monte de prêmios, etc. Outros você viu na programação da madrugada, na 'sessão da tarde', pegou na locadora pra completar o pacote e sua avaliação foi 'É, é legal', mas não seriam filmes que constariam como primeira (ou segunda, ou terceira) opção pra indicar ou rever. Ex: 'Sherlock Holmes'.
(Downey Jr está tão bom que eu não gostei do personagem dele. Reconheço a qualidade da trilha sonora, sei que Guy Ritchie fez um bom trabalho, mas o filme não me tocou. Acho que eu esperava outra coisa, só isso. Nada pessoal).
Como a lista é enoooorme, encontrei material pros posts até o Carnaval de 2012. E aceito críticas (educadas) e sugestões, mas lembrem-se: a classificação é subjetiva.
- 'Obrigatórios': aqueles filmes que, quando você admite que adora cinema, é indesculpável não ter visto. Ex: 'O último tango em Paris', com Marlon Brando.
(É verdade que, na época que assisti esse, não entendi nada. Ah, a juventude. Mas voltemos à lista)
- 'Para ver e rever': são aqueles que não saem do DVD player ou videocassete. Você sabe os diálogos de cor. Nem sempre foram campeões de bilheterias, alguns são desconhecidos pra maioria das pessoas, mas e daí? Gosto é gosto. Ex: 'Moulin Rouge', com Nicole Kidman e Ewan McGregor.
(Uma injustiça esse não ter sido sequer indicado pela Academia pra melhor trilha sonora)
- 'Geniais': o roteiro de um filme geralmente é o que o faz 'genial', mas às vezes foi o ator ou o diretor (ou ambos) que roubaram a cena. Filmes 'geniais' são tão bons que, muitas vezes, acabam na categoria 'Para ver e rever'. Ex: 'Gran Torino'.
- 'Indicações pessoais': filmes que você adorou e indica pra todo mundo. Ex: 'Doze homens e uma sentença', de William Friedkin.
(eu realmente adoro esse, que me foi apresentado por meu irmão, muito antes de eu virar fã de William Petersen. Nem me lembrava que ele estava no elenco, de tão boa a atuação de Lemmon)
- 'Valem a pena': filmes bons, mas não impressionantes, que valem o seu tempo. Alguns são grandes filmes, mas não mexeram (tanto) com você a ponto de alguém ouvir você dizem 'Ah, mas você tem que assistir esse. É ótimo!'. Ex: 'Coração Valente'.
(eu sei, eu sei. Ganhou mais de um Oscar, mas eu achei muito longo. É muito bom, mas eu só gostei do caráter histórico)
- 'Menção Honrosa': sabe aquele filme que você não faz questão de rever e outra pessoa adorou? Está aqui. Pode ser o filme mais comentado, ganhador de um monte de prêmios, etc. Outros você viu na programação da madrugada, na 'sessão da tarde', pegou na locadora pra completar o pacote e sua avaliação foi 'É, é legal', mas não seriam filmes que constariam como primeira (ou segunda, ou terceira) opção pra indicar ou rever. Ex: 'Sherlock Holmes'.
(Downey Jr está tão bom que eu não gostei do personagem dele. Reconheço a qualidade da trilha sonora, sei que Guy Ritchie fez um bom trabalho, mas o filme não me tocou. Acho que eu esperava outra coisa, só isso. Nada pessoal).
Como a lista é enoooorme, encontrei material pros posts até o Carnaval de 2012. E aceito críticas (educadas) e sugestões, mas lembrem-se: a classificação é subjetiva.
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domingo, outubro 25, 2009
Presente atrasado
Passei a semana ganhando presentes. Apenas um foi declarado como 'pelo Dia do Médico': um girassol. O resto foi inesperado e por isso mesmo, mais que bem vindo. Um email do meu irmão, que não me cumprimentou pela data, mas lembrou de mim, uma encomenda de Grissom's Girl, que incluiu o livro de William Bonner no pacote (e valeu um telefonema pra Brasília, claro), pequenas e grandes coisas. A última foi essa aqui:
And the winners are:
ACTOR IN A PRINCIPAL ROLE - PLAY (Tie)
William L. Petersen - ``Blackbird'' - Victory Gardens Theater
Larry Neumann, Jr. – “A Moon for the Misbegotten” – First Folio Theatre
fonte: http://www.variety.com/article/VR1118010128.html?categoryid=15&cs=1&ref=bd_legit
Eu me esqueci que a premiação do Jefferson Award era no dia 19 de outubro. A última semana foi a Semana Nacional de Combate à Hanseníase no Brasil e isso me sobrecarregou deveras. Não tive tempo de checar metade das novidades nos sites habituais. Pra completar, o computador deu pau. Acho que foi algum programa malicioso ou vírus. A Microsoft ou o Norton resolveram em algumas horas, mas eu bem que esquentei a cabeça ontem. Fiquei até sem MSN. Ainda bem que tudo se resolveu e eu consegui falar com Vicky, finalmente de volta à internet em tempo integral, feliz da vida com o netbook novo. Foi mais um dos presentes da semana.
Eu adoro presentes de desaniversários. E você, anônimo leitor?
And the winners are:
ACTOR IN A PRINCIPAL ROLE - PLAY (Tie)
William L. Petersen - ``Blackbird'' - Victory Gardens Theater
Larry Neumann, Jr. – “A Moon for the Misbegotten” – First Folio Theatre
fonte: http://www.variety.com/article/VR1118010128.html?categoryid=15&cs=1&ref=bd_legit
Eu me esqueci que a premiação do Jefferson Award era no dia 19 de outubro. A última semana foi a Semana Nacional de Combate à Hanseníase no Brasil e isso me sobrecarregou deveras. Não tive tempo de checar metade das novidades nos sites habituais. Pra completar, o computador deu pau. Acho que foi algum programa malicioso ou vírus. A Microsoft ou o Norton resolveram em algumas horas, mas eu bem que esquentei a cabeça ontem. Fiquei até sem MSN. Ainda bem que tudo se resolveu e eu consegui falar com Vicky, finalmente de volta à internet em tempo integral, feliz da vida com o netbook novo. Foi mais um dos presentes da semana.
Eu adoro presentes de desaniversários. E você, anônimo leitor?
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quinta-feira, setembro 24, 2009
É hoje!
E... CSI está de volta! Com Jorja Fox no elenco. O que significa Grissom sendo citado. E está confirmado, pros casamenteiros de plantão: Sara e Griss não apenas juntaram as escovas, mas também trocaram alianças. Fotos de divulgação começaram a agitar fóruns, comunidades, Facebook, Orkut e similares nesses meses de espera entre temporadas e finalmente uma promo confirmou o que muitos fãs GSR queriam (eu não fazia questão do casamento formal, mas se aconteceu, que seja). Repare na mão de Sara.

Quem quiser, tem o vídeo de Sara conversando com Catherine sobre ser casada com Grissom também, mas acho que ainda não é agora que WP aparece na temporada. Snif.

Quem quiser, tem o vídeo de Sara conversando com Catherine sobre ser casada com Grissom também, mas acho que ainda não é agora que WP aparece na temporada. Snif.
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domingo, setembro 06, 2009
Do diretor de 'Bones', Hart Hanson.
Eu não assisto 'Bones'. Uma não anônima leitora, sim. Fez-me, inclusive, o imenso favor de apresentar a série, mas como eu sou mulher de um amor por vez ainda estou me desapaixonando por 'Arquivo X' (acho que nunca vai acontecer) e adorando CSI (apesar da saída de WP). Acabo de receber um email indicando um texto realmente interessante. Faz parte de uma série de ensaios, em inglês, chamada: 'Por que nós escrevemos'. A autoria é de roteiristas de filmes e séries de TV. Esse é do diretor de Bones.
Muitas das razões dele são também as minhas. Eu quero entender o mundo. Eu quero me entender. Eu tenho em minha vida duas jornadas de trabalho distintas desde que descobri que negar o que sou estava destruindo o que eu ainda podia salvar do que eu estava sendo. Pra continuar numa profissão, tive que acrescentar outra de forma permanente em minha vida. Sempre, sempre, sempre que eu atraso o trabalho de escrita, todo o resto se desorganiza de forma pavorosa. Portanto, eu escrevo porque isso me mantém, literalmente viva.
Sabe, acaba de me ocorrer algo muito interessante. Eu perdi 29 quilos desde dezembro de 2007. Se eu imprimir tudo que escrevi de lá pra cá, talvez seja esse o peso que estava em excesso. Talvez seja por isso que toda vez que eu adio trabalho de escrita, eu engordo.
Eu escrevo porque emagrece. E você, anônimo leitor?
Muitas das razões dele são também as minhas. Eu quero entender o mundo. Eu quero me entender. Eu tenho em minha vida duas jornadas de trabalho distintas desde que descobri que negar o que sou estava destruindo o que eu ainda podia salvar do que eu estava sendo. Pra continuar numa profissão, tive que acrescentar outra de forma permanente em minha vida. Sempre, sempre, sempre que eu atraso o trabalho de escrita, todo o resto se desorganiza de forma pavorosa. Portanto, eu escrevo porque isso me mantém, literalmente viva.
Sabe, acaba de me ocorrer algo muito interessante. Eu perdi 29 quilos desde dezembro de 2007. Se eu imprimir tudo que escrevi de lá pra cá, talvez seja esse o peso que estava em excesso. Talvez seja por isso que toda vez que eu adio trabalho de escrita, eu engordo.
Eu escrevo porque emagrece. E você, anônimo leitor?
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quinta-feira, setembro 03, 2009
Nós, sonhadores incompreendidos
As pessoas gostam do óbvio. Raramente entendem o que está subentendido. Não procuram sequer se conhecer, que dirá conhecer o que está por trás de tudo. Portanto, quando alguém decide 'abandonar' uma carreira aparentemente bem sucedida, um emprego que vai muito bem, pra seguir o que parece uma loucura sem sentido, esse alguém é criticado pelos outros, seja abertamente, seja pelas costas. Isso vem acontecendo com certa frequência com muitas pessoas significativas em minha vida, incluindo eu mesma. Pessoas que quero bem, que me conhecem, que não me conhecem. Amigos, amigas e pelo menos um alguém que ignora minha exístência.
Quando William Petersen disse que estava saindo de CSI, muita gente entendeu que ele estava querendo descansar. Ele disse que não! Que sentia falta do teatro e realmente, saiu do set e começou a ensaiar pra 'Blackbird' (aliás, thanks, Danie. The play is great!), peça que ganhou prêmio em 2007 de melhor do ano. Começou a ser criticado antes de abrir a cortina na pré-estréia porque o personagem é polêmico. WP ainda fez o favor de comentar que a peça é sobre uma história de amor (bom, um amor um tantinho doentio, mas ele é sarcástico, não entenderam isso). Já estavam sem entender como alguém larga mão de ganhar 600.000 dólares por episódio pra ganhar uma ninharia e desiste de uma audiência de milhões pra menos de mil assentos por noite. Bem, olha aí: 'WP indicado ao Jefferson Award por Blackbird'. Se você não está com paciência, eu resumo. Esse prêmio é o mais importante de teatro na região do Meio-Oeste Americano e WP já ganhou uma vez e foi indicado outra, em 40 anos de palco. Foi indicado novamente, na primeira produção que levou aos palcos depois de sair de CSI como ator regular.
É pra realizar um sonho que Vicky está indo pra Westminster. Isso vale pra Geórgia, Kátia, Grissom's Girl, Fal, Fernanda, eu mesma... Embora sem garantias, nós queremos realizar algum sonho. Se formos bem-sucedidos, se vamos ter um reconhecimento com um Jeff Award, não importa. Alex Furtado, o guru de Vicky, deu um conselho pra aprendiz que vale pra qualquer um que tem certeza que está no caminho certo pra ser feliz sem destruir os outros no processo: 'Você está realizando seu sonho. Não espere que as pessoas entendam'.
E você, anônimo leitor? Quer um Jefferson Award também?
Quando William Petersen disse que estava saindo de CSI, muita gente entendeu que ele estava querendo descansar. Ele disse que não! Que sentia falta do teatro e realmente, saiu do set e começou a ensaiar pra 'Blackbird' (aliás, thanks, Danie. The play is great!), peça que ganhou prêmio em 2007 de melhor do ano. Começou a ser criticado antes de abrir a cortina na pré-estréia porque o personagem é polêmico. WP ainda fez o favor de comentar que a peça é sobre uma história de amor (bom, um amor um tantinho doentio, mas ele é sarcástico, não entenderam isso). Já estavam sem entender como alguém larga mão de ganhar 600.000 dólares por episódio pra ganhar uma ninharia e desiste de uma audiência de milhões pra menos de mil assentos por noite. Bem, olha aí: 'WP indicado ao Jefferson Award por Blackbird'. Se você não está com paciência, eu resumo. Esse prêmio é o mais importante de teatro na região do Meio-Oeste Americano e WP já ganhou uma vez e foi indicado outra, em 40 anos de palco. Foi indicado novamente, na primeira produção que levou aos palcos depois de sair de CSI como ator regular.
É pra realizar um sonho que Vicky está indo pra Westminster. Isso vale pra Geórgia, Kátia, Grissom's Girl, Fal, Fernanda, eu mesma... Embora sem garantias, nós queremos realizar algum sonho. Se formos bem-sucedidos, se vamos ter um reconhecimento com um Jeff Award, não importa. Alex Furtado, o guru de Vicky, deu um conselho pra aprendiz que vale pra qualquer um que tem certeza que está no caminho certo pra ser feliz sem destruir os outros no processo: 'Você está realizando seu sonho. Não espere que as pessoas entendam'.
E você, anônimo leitor? Quer um Jefferson Award também?
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quarta-feira, agosto 26, 2009
Não convidados
Olha só, anônimo leitor. Eu não sou de convidar gente pra minha casa, ok? Então alguém sabe qual a linguagem correta pra pôr um aviso pras baratas, grilos e rãs que insistem em me visitar? Eu não os convido absolutamente! Não junto lixo, não há formigas ou outros insetos que sirvam de alimentos ao nobres anfíbios, não há sequer plantas dentro da casa, só na parte externa e longe das paredes da casa!
Então, por que raios volta e meia uma barata cascuda insiste em parecer na minha limpa residência, grilos visitam-me noite sim noite também e rãzinhas e rãnzonas me obrigam a ficar pulando junto com elas até alcançá-las? Que saco! Eu sou fã do Grissom, mas não há nem participação de WP agendada ainda pra essa temporada que nem começou. Se a desculpa é a chuva, dá pra mandar o astro de CSI como brinde? Aceitamos a esposa dele junto. Só pra limpar a vista mesmo, porque homem comprometido me dá alergia.
Então, por que raios volta e meia uma barata cascuda insiste em parecer na minha limpa residência, grilos visitam-me noite sim noite também e rãzinhas e rãnzonas me obrigam a ficar pulando junto com elas até alcançá-las? Que saco! Eu sou fã do Grissom, mas não há nem participação de WP agendada ainda pra essa temporada que nem começou. Se a desculpa é a chuva, dá pra mandar o astro de CSI como brinde? Aceitamos a esposa dele junto. Só pra limpar a vista mesmo, porque homem comprometido me dá alergia.
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