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sexta-feira, março 07, 2014

Da trilha sonora...

... de 'American Hustle'. Excelente trilha, aliás.

Live And Let Die


Paul McCartney

When you were young and your heart was an open book
You used to say live and let live
(You know you did, you know you did, you know you did)
But if this ever-changing world in which we live in
Makes you give in and cry

Say live and let die
(Live and let die)
Live and let die
(Live and let die)

What does it matter to you?
When you got a job to do
You got to do it well
You got to give the other fellow hell

You used to say live and let live
(You know you did, you know you did, you know you did)
But if this ever-changing world in which we live in
Makes you give in and cry

Say live and let die
(Live and let die)
Live and let die
(Live and let die)

quinta-feira, junho 06, 2013

Sobre ontem

Algumas horas depois de eu me demitir, recebo um telefonema. A secretária de saúde mandou um recado, através de um intermediário, dizendo que não queria que eu fosse mais. Bem, ela não soube que eu me demiti ou não quis falar comigo pessoalmente? A bem da verdade, concordo com ela. Eu sou uma péssima funcionária, apesar da minha alta produtividade. Na maior parte do tempo, eu me sinto em 'Bohemian Rhapsody', do Queen, naquela parte em que o Freddy canta 'I don't want to die/ I sometimes wish I'd never been born at all'.

'não existem crimes mais graves
daqueles que andam comigo
nada me assusta tanto
quanto meu próprio bandido

ninguém me machuca tanto
quanto eu mesmo consigo
ninguém me mora tão dentro
como meu próprio inimigo'

(Bruna Lombardi, Arame Farpado)

domingo, março 24, 2013

'Winamp Mental'

In My Veins

Andrew Belle

Nothing goes as planned
Everything will break
People say goodbye
In their own special way

All that you rely on
And all that you can fake
Will leave you in the morning
Come find you in the day

Oh, you're in my veins, and I cannot get you out
Oh, you're all I taste, at night inside of my mouth
Oh, you run away, 'cause I am not what you found
Oh, you're in my veins, and I cannot get you out

Everything will change
Nothing stays the same
Nobody is perfect
Oh, but everyone is to blame

Oh, all that you rely on
And all that you can save
Will leave you in the morning
Come find you in the day

Oh, you're in my veins, and I cannot get you out
Oh, you're all I taste, at night inside of my mouth
Oh, you run away, 'cause I am not what you found
Oh, you're in my veins, and I cannot get you out

No I cannot get you out
No I cannot get you
Oh no, I cannot get you out
No, I cannot get you

Everything is dark
It's more than you can take
But you catch a glimpse of sunlight
Shining, Shining down on your face
Your face, On your face

Oh, you're in my veins, and I cannot get you out
Oh, you're all I taste, at night inside of my mouth
Oh, you run away, 'cause I am not what you found
Oh, you're in my veins, and I cannot get you out, no

No, I cannot get you out
(Oh, you're in my veins)
No, I cannot get you out

Oh no, I cannot get you...


Essa música não sai da minha cabeça há dias, cortesia de um episódio de Castle, mas está bem de acordo com meu humor nos últimos tempos. Vídeo e tradução aqui, porque eu continuo sem conseguir postar vídeos, apesar das instruções bem-intencionadas.

sexta-feira, março 01, 2013

Indicações

"But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather…

I had a dream my life would be
So different from this hell I’m living-
So different now from what it seemed!

Now…
life…
has killed…
the dream…
I dreamed."

(Mas há sonhos que não podem acontecer
E há tempestades que não podemos prever

Tive um sonho de como seria minha vida
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente agora do que parecia

Agora
a vida
matou
o sonho
que sonhei)



***

E Spielberg me emocionou logo na primeira cena, mas eu sou suspeita porque curto o cara desde E.T. (eu tinha cinco anos, foi meu primeiro filme com legendas). Daniel Day-Lewis, bem, você esquece que ele está ali. É o próprio Lincoln, então o Oscar foi mais que merecido, embora eu ainda não tenha visto mais que 'O lado bom da vida' pra discutir méritos. Lewis também é outro que me ganhou no primeiro filme que assisti com ele ('A insustentável leveza do ser'). E a fotografia? A cena em que anunciam a aprovação da 13a Emenda está perfeita!

Assistam, pra entender por que Lincoln realmente foi um homem à altura de sua estatura.

sexta-feira, junho 29, 2012

Do Muse

Vamos aprendendo a letrinha porque essa será a música oficial das Olimpíadas de Londres e, claro, é do Muse. De 'The 2nd Law', o novo álbum, que eu já estou colocando na minha listinha pra tocar sem parar até saber tudo de cor. 'Survival' parece mesmo que foi encomendada pro evento das Olimpíadas, de tão bem que se encaixa com o tema.

Survival

(Muse)

Race, life's a race
And I'm gonna win
Yes, I'm gonna win
And I light the fuse
And I'll never lose
And I choose to survive

Whatever it takes
You won't put ahead
I'll keep up the pace
And I reveal my strenght
To avoid human race
Yes, I am prepared

To stay alive
And I won't forgive
Vengeance is mine
And I won't give in
Because I choose to thrive

Yeah we're gonna win !

Race, it's a race
And I'm gonna win
Yes, I'm gonna win
And will I light the fuse
I'll never lose
And I choose to survive

Whatever it takes
You won't pull ahead
'Cause I'll keep up the pace
And I reveal my strenght
To the whole human race
Yes, I'm gonna win !

Fight ! Fight ! Fight ! Fight !
Win ! Win ! Win ! Win !

Yes, I'm gonna win !

domingo, abril 29, 2012

Pois é...


Ev'rybody had a hard year.
Ev'rybody had a good time.
Ev'rybody had a wet dream.
Ev'rybody saw the sunshine.
Oh yeah, Oh yeah. Oh Yeah.
Ev'rybody had a good year.
Ev'rybody let their hair down.
Ev'rybody pulled their socks up. (yeah.)
Ev'rybody put their foot down.
Oh yeah. Yeah! WOOOOHOO!

[Oh my soul...it's so hard.]

(I've got a Feeling, The Beatles)

quarta-feira, junho 01, 2011

Olha!

‘Limpamos’ (eu e a turma de personagens, o bom é que tem companhia) todas as gavetas do quarto. Não precisou organizar porque já estava organizado, como você deve imaginar. Uma pessoa com certo grau de TOC devido ao Transtorno bipolar arruma as gavetas como ensinaram na escola técnica de economia doméstica, e ainda dá um up grade - eu suponho que seja devido a isso, mas vamos ao que interessa. ‘Começamos’ ontem pela falta de sono. Meu sono é algo digno daqueles centros de estudo como em ‘Pirates of the Third Reich’ (CSI S06E15): essas ‘pilulinhas’ não dão conta. Uma vez, minha médica teve que prescrever Rohypnol e, além de ser difícil pra conseguir e receber olhares suspeitos nas farmácias, teve o mesmo efeito que água com açúcar. Tenho outras histórias semelhantes. Eu esperava que a idade fosse modificando esse aspecto da minha fisiologia, mas continuamos na mesma. Meio miligrama do mais comum dos controlados pra dormir me levou a assistir ‘Bones’, porque desisti de ficar rolando no sofá-cama (sim, senhora, ‘continuamos’ aqui por causa do mofo). Dois miligramas, no dia anterior, me levaram a acordar meio-dia. Ok. A porcaria até que funcionou, mas possivelmente porque eu mal dormia há noites e noites, mas meio-dia! Isso é embaraçoso, vergonhoso e ‘temos’ uma faxina a fazer, que fica sendo interrompida por ‘é bom lavar a louça’, ‘finalmente a chuva deu uma trégua, lava o pergolado que você prometeu há três dias!’, ‘vou enterrar o-que-se-decompõe, pra fazer adubo’, ‘é bom aproveitar pra passar outra vassoura na casa que não custa nada’ e... são duas e meia.



Hora de comer antes que eu comece a não dizer coisa-com-coisa (tem que ter hífen, não me importa a regra, que nunca entendia, nem na época da ED). Hora de tomar banho também e trocar de roupa, pra descansar, porque essa energia toda foi uma caneca de café que tomei pela ‘manhã’ (não acordei tão cedo assim, um comprimido e meio pra conseguir fechar os olhos de vez, aliás detesto tomar remédio, tomo porque preciso) e estou cansada, tão cansada (igual à poesia de Fernando Pessoa, que já devo ter postado).

Contei que estou cabendo de novo numa calça querida, especial pra bagunça? Era pra ‘enquanto eu emagrecia’, depois emagreci, não quis me desfazer da peça, mandei apertar e deixei pra me ajudar nos ‘serviços pesados’. Se faxina não é ‘serviço pesado’, não sei o que é. Bom, mas, eu engordei ‘um muitinho’, a ponto de tirar os ajustes da calça e ainda assim ela coube. Isso me fez bem, porque antes eu era tão gorda que jamais caberia naquela calça. Até pensei, coisa de ‘artista’, em emoldurar a calça jeans, manchada de tinta mesmo, com uma moldura dourada e colocar por aqui. Eu ia achar legal, me lembrando o que passei com essa calça, que foi uma das poucas jeans que tive, porque não gosto do tecido. Muito quente pro nosso clima, só gosto nessa época. Sobre emoldurar a calça: ou iam achar horrível, ou o máximo. Arte é assim mesmo. E o que mais importante: voltei a perder peso, devagarzinho, mas espero que sempre.



Sabe, é bom fazer faxina assim: sem ninguém pegando no pé, com boa companhia (excelente, eu diria!), ouvindo a trilha sonora de ‘Bones’ (que é ainda melhor que a série de TV).

(Acredita que parei tudo pra gritar, não muito alto, pra pessoa que joga água lá de cima ao lavar o terraço - e bate na minha parede, onde começou o mofo, o tempo úmido só ajudou - porque a mesma estava fazendo isso de novo? Que saco! Já falei, já mostrei - nessa época não 'pega' porque tudo aqui fica úmido. Bem dizia alguém que o melhor vizinho é aquele que você nem percebe que ele existe.)

sábado, maio 21, 2011

O Efeito CSI

Enquanto o vizinho ouve 'Eu não sou cachorro não' (piorando minha crise existencial), eu finalmente encontrei uma matéria rica em exemplos sobre o 'efeito CSI'. É uma pena, mas o público precisa saber que nem os casos não são resolvidos naquela velocidade, nem com toda aquela tecnologia caríssima vista na série CSI. Aliás, os próprios artistas e produtores do show foram ao Congresso Americano solicitar mais verbas pros verdadeiros CSI's. Por favor, vejam os shows criminais como os casos na faculdade de Medicina: aqueles exemplos 'de livro', estudados ao máximo, com especialistas aos montes evitando erros dos novatos, com recursos extras exatamente pra gente aprender o certo (e depois cobrar dos planos de saúde, que não pagam). Ou seja: meros exemplos.

Ten Examples of the CSI Effect at Work
Posted By Marie Owens May 20, 2011

It’s called the “ ‘CSI’ effect”— the distortive lens forensic shows and courtroom dramas create as they weave their webs of murder and mayhem. As a result, jurors file into a courtroom expecting to hear scientific expertise delivered in high-octane testimony, but instead they encounter a mountain of witness testimony and circumstantial evidence. This phenomenon is the beer goggles of jurors and the bane of the prosecution, but is it real? As most people with a criminal justice degree and numerous research studies can confirm, the answer is yes. Yet just what expectations are shattered when jurors expect reasonable doubt to be disproved by DNA evidence, fancy chemical breakdowns and a scientific knowledge base that’s most at home in university labs?
Below are 10 of the most common misconceptions generated by the “ ‘CSI’ effect” as reported by the National Institute of Justice and in numerous media outlets, including USA Today. Individuals don’t have to be dedicated forensic science show aficionados to appreciate the effect science has had on courtroom cases, and the pop culture saturation of these shows means even the most casual viewer will have some very deep-seated beliefs about the role forensic science should place in criminal cases.

1.) DNA is an important part of every case.
According to the National Institute of Justice, a recent study revealed that 22 percent of jurors expect to see DNA evidence presented in every criminal case, though that number jumps to 46 percent for attempted murder cases and 73 percent for sexual assault cases. Yet according to the University of Utah’s Genetic Science Learning Center, the reality is that less than one percent of criminal cases actually involve DNA evidence.
However, only 14 percent of jurors would convict a defendant of rape without scientific evidence such as DNA, even if testimony by the victim said otherwise. In fact, 26 percent of jurors have said that, without scientific evidence, they would definitively find a defendant accused of rape not guilty. Needless to say, this presents a massive problem in cases where the accused may have used a condom or the rape was committed by other than traditional means.

2.) Fingerprints are essential to proving someone was at a crime scene.
In the National Institute of Justice study, 36 percent of respondents felt that fingerprint evidence should be present in every criminal case. This number jumps to 59 percent in theft cases and 71 percent in breaking and entering cases. However, if an individual wearing gloves committed the crime, no fingerprint evidence would be available. For that matter, according to the article “About Fingerprint Analysis and Reliance on Digital Technology” by Michael Cherry and Edward Imwinkelried , the ridge pattern identification method used to identify suspects (which can range from 12 to 20 latent ridges) maybe inaccurate.

3.) If a gun was used, ballistics tests will prove that the suspect used it.
One popular scenario that is often featured on forensic science shows is as follows: A gun is found. A member of the team investigating the case then fires the weapon into ballistics gel to discover the gun’s unique bullet striation pattern. The gun is tested for further evidence, like DNA and fingerprints, which allow the prosecutors to tie the suspect to the weapon beyond a shadow of a doubt. Unfortunately, this rarely happens in the real world, but 32 percent of jurors expect it. In particular, 66 percent expect it in any crime involving a gun, even if the gun wasn’t fired. Obviously, this presents a problem, as armed robbery does not necessarily involve the firing a gun. If no gun was fired, it is impossible to gather any ballistics evidence. While many jurors use common sense and will convict someone of firearm-related crime on the basis of other testimony, the expectation of ballistics-based proof is one that prosecutors must be aware of if they are going to successfully convict a defendant.

4.) Pour caulk into a wound, and you can make a cast of the weapon.
This is one issue that USA Today highlights, and it brings up an important point. Oftentimes TV make it seem like that in cases of murder in which the murder weapon is not present or the bullet has not been found, it’s possible to recreate the weapon that killed the individual by creating a plaster mould of the wound. The reality is that soft tissue is just that, soft. This means it isn’t any more possible to create a cast of weapon that left a soft tissue wound than it is to recreate the spoon used to scoop out a bowl of jell-o. However this hasn’t stopped a jury from asking for proof of the specific weapon that killed an individual.

5.) Eye shifts prove guilt or innocence—and judges accept them.
Neuro-lingusitic programming, also known as those eye shifts and voice stressors designed to predict guilt or innocence, is not a court recognized science. The article in USA Today emphasizes that most judges would toss this evidence out on the spot, and the ones that didn’t would see it tossed out on appeal.

6.) Evidence doesn’t degrade.
The reality is, biological substances break down, iron oxidizes and rain washes plenty of forensic evidence away. Yet, on forensic science shows, none of this seems to happen. As the USA Today article notes, these things are par for the course in the real world. A body found two years after the murder will generally not have any surviving forensic evidence, but that may not be enough to stop a jury from demanding it if the case goes to trial.

7.) Human error doesn’t happen.
The reality is, human error and corruption have affected many forensic tests. This is the reason campaigns such as the Innocence Project exist. Jurors must take human error into account when looking at evidence. Convicting someone simply on the basis of forensic evidence is foolish. A compendium of the evidence should be examined.

8.) Mass spectrometers and scanning electron microscopes are in forensic labs across the country.
At least, that’s a trend prosecutors have noticed being portrayed on TV according to USA Today. However, most labs run on local budgets. Only major universities, federal agencies like the FBI and private sector businesses have the money to buy the fancy equipment seen on TV. Sometimes, juries expect molecular breakdowns of murder weapons, trace evidence and any number of other factors found at a crime scene. The reality is most court cases never go so far as to use this molecular evidence. It’s just not needed.

9.) There’s an expert for everything, and at least one will show up at a criminal trial.
Shoe prints, tire tracks and roundhouse kicks all carry distinctive markers. Forensic science shows teach that they’re the fingerprints of inanimate objects and their presence can convict or exonerate. The reality is, most cases never see any of these experts. It would be superfluous to the bread and butter of the criminal case, witness testimony, that places the individual at or near the scene of the crime and establishes motive.

10.) Forensic evidence comes back immediately.
This is perhaps one of the biggest myths perpetuated by TV shows, and the National Institute of Justice acknowledges it creates a massive problem. The reality is that forensic testing can take weeks and, in the case of DNA, months. In the meantime, a suspect may or may not be arrested and charged. Sometimes, processing isn’t complete before the suspect goes to trial, and the trial will proceed without forensic evidence. The truth is forensic evidence takes more than five minutes to process but it’s far more interesting for results to be quick on TV.

The “ ‘CSI’ effect” is taught in criminology courses and law classes. Defending and prosecuting attorneys have to be aware of it and try to counteract its impact on jurors. More importantly, jurors must be aware of it themselves. They must weigh common sense, motives, circumstantial evidence and witness testimony against any perceived dearth in scientific evidence, and they must remember that the real world doesn’t have the expediency or the neat ending of a TV show.

(não, eu não vou traduzir. Usem o Babel Fish ou o Google Tradutor. O fim do mundo piorou meu humor)

Comentário pessoal: Esqueceram de comentar sobre os advogados que acabam com a reputação do perito (CSI S03E02 - The Accused is Entitled) quando não podem refutar a prova, confundem o júri por causa dos termos técnicos (Bones S01E08 - The Girl in the Fridge), etc, etc. Mas os exemplos estão de bom tamanho.

terça-feira, maio 10, 2011

Carpe Diem

'You will know you are enlightened when you eat when you are hungry, you sleep when you are tired, you drink when you are thirsty, and you work when you feel like it.' (Buddhist)

Encontrei essa citação no site do Perpetuum Jazzile, cantando 'Africa', e as palavras acima resumem o que me ajudou a sobreviver nos últimos anos. Ou você pensa que eu simplesmente resovi largar Medicina, sem qualquer culpa? Sinto muito. Fui criada como católica, e a culpa faz parte da religião. As palavras acima são perigosas pra se adotar como lema de vida, exceto se você estiver realmente pronto pra isso.

O que eu aprendi, aplicando o que li, é que tudo passa, e só porque todos fazem tudo de certa maneira, não significa que você tem que fazer igual. E só porque age diferente, não significa que está errado.

Se você ainda não assistiu Perpetuum Jazile cantando, vale a pena. Clique aqui pra assistir e aprender a letra de 'Africa'. A sugestão foi do 'Byte que eu gosto'.

domingo, abril 24, 2011

Pois então,

Ontem foi Dia do Livro e dos direitos do Autor, mas eu estava sem acesso à rede. Isso de passear em sítios, fazendas e afins, acaba acumulando o que fazer quando a gente volta, e tem novamente sinal pra postar, conferir emails, etc.

Falando em email, mi hermano localizou outro vídeo 'musical' dos Trapalhões, que eu nem me lembrava! Se você, anônimo leitor, tem menos de 25, vamos às explicações: Marlon Brando foi um fantástico e bonito ator, e Chico Cuoco é o mesmo Francisco Cuoco das novelas. Assim como Brando, era um sex simbol na época do tal vídeo. E Ney Matogrosso era o escândalo da época. Reconheçamos: o cara tinha que ser muito macho pra sair do armário, cantar com voz de soprano, dançar seminu, em plena ditadura militar.

Vou-me. Parece que o sono finalmente me encontrou. Se ele fugir, eu volto pro 'Ladrão de Corpos', de Anne Rice. Mais Lestat, pra variar.

quinta-feira, abril 21, 2011

Dupla indicação

'Ou tudo ou nada', quinto episódio da segunda temporada de 'Sexo Frágil'. Claramente inspirado no filme homônimo (que eu também indico), os personagens dançam ao som da melodia de 'I'll Survive'. Só a melodia, porque a letra - com direito à legenda - parece, mas não é a original. Arquivei a cena ao lado de Renato Aragão, interpretando ao som de "Terezinha", de Chico Buarque, e Didi cantando 'A velha debaixo da cama'.

A segunda indicação vai para a cena final, com Zéu Britto, cantando e dançando 'Garoto de Aluguel'. Aliás, o Zéu Britto rouba sempre a cena, em 'Sexo Frágil'. Que voz, anônimo leitor. Que voz!

Não por acaso, todo mundo que participou de 'Sexo Frágil' ou deslanchou a carreira a partir dali, ou confirmou que veio pra ficar.

quarta-feira, abril 20, 2011

Mudaram as estações, (quase) nada mudou


TEMPO PERDIDO
Renato Russo
Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
Mas temos muito
Temos todo tempo do mundo

Todos os dias antes de dormir
Lembro e esqueço como foi o dia
Sempre em frente, não temos tempo a perder

Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério

Selvagem3x

Vejam o sol desta manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos teus olhos castanhos
Então me abraça forte
Me diz mais uma vez que já estamos
Distantes de tudo

Temos nosso próprio tempo3x

Não tenho medo do escuro
Mas deixem as luzes acesas
Agora
E o que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido

Somos tão jovens3x

Essa letra me foi dada por Luciana Patriota, na ED, há uns vinte anos. Lembro perfeitamente do dia. Éramos tão jovens...

segunda-feira, abril 18, 2011

É mesmo difícil...

...entender como alguém abre mão de um emprego logo no primeiro dia, antes mesmo do primeiro atendimento. Talvez o mundo não tenha mesmo sentido. São tantas promessas e eu me sinto tão incapaz de cumprir qualquer uma delas. Todas tão fantásticas que é quase impossível acreditar que existam, e que estejam ali pra mim. Especialmente pra mim.

Acho que todo bipolar já desejou ter um botão 'reset'. Um, não. Vários.


"Fix You"


Coldplay

When you try your best, but you don't succeed
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep

Stuck in reverse

And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

Tears stream down on your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down on your face
And I...

Tears stream down on your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down on your face
And I...

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

domingo, abril 10, 2011

O lado (não tão) negro da Força




Uma madrugada dessas, eu estava relendo uma fic GSR, e me deparei com Grissom atraindo Sara para o lado negro da Força que, no caso, eram os tradicionais sucrilhos cobertos de açúcar (coisa que nunca gostei muito). Logo, nem tudo precisa ser dark pra fazer companhia ao Darth Vader.



(essa acima veio do 'Achados de Decoração', mas é a cara de Vicky, que deve estar meio morta de felicidade depois de DOIS shows do Muse e do U2)





(Esse bolo do Cubo de Rubik, eu encontrei no 'about all cute things', num post sobre casamento geek)






Adendo:
Eu quase deixei passar as bebidas energéticas e refrigerantes. Algumas merecem menção honrosa.



sábado, março 12, 2011

Jornal? Que jornal?

Não, eu não quero detalhes sobre o Japão. Estou descompensada sem isso mesmo. Num instante, faço listas e mais listas: guias de episódios de séries de TV, soundtracks das mesmas séries, organizo as músicas de sete temporadas de Cold Case e... Daí a pouco me desorganizo legal. Fico me perguntando o que faço aqui, se não deveria ir pra uma casa menor, uma cidade ainda menor, e não sei por que não largo tudo antes dos 40.

Sem dúvida, preciso ajustar o lítio, o anti-depressivo, e não me atrevo a aumentar o estabilizador de humor, com medo de mais dez quilos na balança. 'Basta a cada dia o seu mal', segundo um dos livros sagrados. No caso, o 'carnaval' da cidade, que é após a Quarta-Feira de Cinzas. Misture axé, música de vaquejada, brega, música de dor de cotovelo, paródias horríveis de músicas estrangeiras, e o vizinho ouvindo 'Superman ficou fraco' e você entenderá que o Japão vai ter que esperar sua vez.

domingo, janeiro 23, 2011

Recente, li em algum lugar (acho que foi no Twitter): 'O gosto musical é inversamente proporcional ao volume que se ouve'. Eu acrescento: a embriaguez também é inversamente proporcional ao volume da música. É difícil estudar quando o vizinho passa o dia ouvindo porcaria no último volume. Estudar, só, não. É difícil ouvir a TV, o computador, o rádio, meus pensamentos...

Vizinho bom é aquele que não incomoda. Cresci ouvindo que 'vizinho não é pra viver na casa dos vizinhos, porque vizinho é família mais próxima que a gente tem'. Em geral, se você não for de incomodar, quando precisar, seu vizinho vai ajudar com boa vontade.

(Que raios de música é essa que repete 'minhas amigas são três' umas dez vezes antes de começar de verdade? E a versão das bandinhas de 'Time after time'? Chamar essa música de 'brega' é ofensivo. Independente da letra, as músicas de Reginaldo Rossi são muito bem arranjadas.)

quinta-feira, janeiro 20, 2011



Tocando em Frente

Composição: Almir Sater e Renato Teixeira

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Posso?

Matar o vizinho por causa de música alta e ruim, dias e noites a fio, seria homicídio justificado? Por via das dúvidas, um presentinho assim é uma boa tentativa:



Fonte: Cafe Press.

Melhores momentos de 2010

- perder o fôlego de tanto rir com o movimento 'calaboca Galvão'



E o último 'melhor momento' do ano foi a virada de ano, assistindo a comemoração de 40 anos de carreira deles:



Acompanho a carreira desses dois desde, desde... Uau! Desde quando o 'Som Brasil' era aos domingos, bem de manhãzinha. Na época, música sertaneja tinha pouquíssimo prestígio. Chitãozinho e Xororó mudaram isso, sem dúvida.

sábado, janeiro 01, 2011

Dia de estrela

Porque é Dia da Confraternização Universal, embora a maioria considere o primeiro de Janeiro o dia da ressaca universal. Bom, cada um que comemore a passagem de ano como achar melhor. Eu assisti a um dos shows comemorativos de 40 anos de carreira de Chitãozinho e Xororó. De boca aberta com o fôlego de Xororó, sempre, e desde pequenininha.

A meu ver, dia primeiro de Janeiro é dia de balanço, de colocar em prática alguma resolução de Ano Novo, pegar leve na alimentação depois dos excessos das festas. Ou de sonhar com o que poderia ser:


Rio Arno, Florença



Mercado de flores, Toronto



Campo de tulipas, Keukenhof



Campo de Flores na Alsácia, França



Costa Amalfitana, Itália