Mostrando postagens com marcador simplesmente ser. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador simplesmente ser. Mostrar todas as postagens
terça-feira, dezembro 31, 2013
sábado, dezembro 14, 2013
Obrigada!
To The Women Who Choose Not To Have Kids
Dec. 10, 2013
By Abby Rosmarin
To the women who choose not to have kids, I have one thing to say: thank you.
You probably don’t hear it enough. In fact, you probably don’t hear it at all. What you do hear is an array of pro-childbearing responses, such as, “You’ll change your mind someday,” or, “Doesn’t your mother want grandkids?” or, “You’ll never find a husband if you never want to have kids.”
Like Thought Catalog on Facebook.
All things considered, “thank you” is probably on the opposite end of what you hear.
But seriously: thank you. Thank you for recognizing that childrearing isn’t for you and being true to who you are. It doesn’t mean you hate kids. It just means that raising one is not part of your path in life.
Thank you for not succumbing to the societal pressures. I’ve known far too many parents who had kids because that’s what was expected of them. Working in childcare, you see more of this type than you wish to see. The resentment is almost palpable. They love their children — at least, they have no choice but to love their children — but every single movement seems to scream, “I wasn’t meant for this.” I’ve known too many people who grew up with at least one parent who harbored that resentment, who let that resentment dictate how they parented. I’ve seen how that influenced the way these former children are now as adults, or even as parents themselves.
Thank you for not trying to compromise who you are in an effort to keep a partner around. Thank you for being honest and open and refusing to apologize for who you are. Everyone has different values. Everyone wants something different in life. It takes a lot of guts and confidence to say, “This is what I want in life. It’s not the orthodox way, but it’s my way.”
Thank you for not trying to silence that feeling in your gut as a means to validate your life. There are too many people in this world who cannot figure out their path — or have stumbled while walking down said path — and decided that maybe having a child could provide that meaning and definition instead. You understand that down this path lies vicarious living and hurt emotions and you recognize that there are so many other ways to find love and meaning and joy in your life.
Raising children is a difficult, onerous, frustrating, and disappointing gig. It’s tough enough for those who want it. It is a rewarding and loving gig as well, but it’s not something one should go into while focusing only on reward and love and societal acceptance. In this day and age, with a booming population in almost every country, it makes no sense to pressure every person to have a baby. But we’re sticklers to tradition, ritualistic to a fault.
So thank you. It’s not easy to stand firm with your belief. Honestly, truly, and genuinely: thank you.
De Trought Catalog
***
Eu resolvi que não teria filhos antes do 10 anos por causa do meu relacionamento conturbado com minha mãe ('eu nunca farei um filho passar o que eu passo') e descobri, esse ano, que o Transtorno Afetivo Bipolar provavelmente é genético. Pelo visto, foi a decisão mais acertada da minha vida.
Marcadores:
citações,
outros blogs,
simplesmente ser
domingo, dezembro 08, 2013
Alternativas
Duas vezes esse mês, alguém me perguntou, de modo nada gentil, se ou por que, não sou casada. ‘Não casou por que não quis ou por que não apareceu ninguém?’. Eu respirei fundo, contei mentalmente até cem em grego e não dei a resposta que gostaria porque meu contrato de trabalho diz que devo interagir com urbanidade. Mas eu bem que gostaria de ter dito: ‘Moça, eu tenho um curso técnico, um curso superior, faço uma pós-graduação, e tenho um emprego onde colocar os pés. Ao contrário de você, eu não preciso casar’. Mas saiu o que sempre sai, porque é o máximo que vão entender: ‘Pedido de casamento, teve mais de um. Eu é que não quis’.
domingo, outubro 20, 2013
Amar é...
...percorrer 674 Km em 4 dias pra passar 36 horas com quem a gente ama. Poder jantar com Hermano e ver o quarto azul do futuro sobrinho. Abraçar a irmã de alma que eu não via há uns sete anos. Ter que destravar meu inglês pra falar com o marido dela. Aceitar que tudo muda, que as pessoas crescem e envelhecem, pra melhor ou pra pior. E a gente também. Ainda bem.
Marcadores:
minha família de coração,
simplesmente ser
segunda-feira, setembro 16, 2013
Por que eu vim pra cá?
A cidade em que trabalho é tão pequena que parece uma daquelas desenhada nos livros de escola: numa única rua estão secretaria de saúde, praça, hospital, correios, colégio, matriz, posto de saúde... O resto são povoados e eu trabalho num deles. Pra entrar no município, a gente cruza uma ponte pintada de azul, amarelo e vermelho, cheia de luminárias que parecem lampiões. A estrada é cheia de flores que parecem uma mistura de girassóis com margaridas. Eu olho aquilo e penso na Toscana.
A cidade em que moro é vizinha e bem maior, em comparação. Quando saio pro trabalho, algumas lojas estão abrindo e sempre, sempre, eu me lembro de Meg Ryan em 'You've got mail' a caminho do trabalho enquanto as lojas abrem no Upper West Side. Espero meu transporte diante da maior (e melhor) padaria daqui, sempre lendo um livro, pra não cair em tentação e comprar alguma coisa de lá. Quando eu volto, passo pela padaria e finjo que não vejo, atravesso a praça principal da cidade, que tem uma fonte enorme (nunca entendi o motivo da fonte, só penso em foco de dengue) e uma sorveteria, com gente que não se preocupa com diabetes, nem calorias.
Morar em cidade de interior é ouvir música o dia inteiro pelo sistema de som da cidade. A mesma fita está tocando, com as mesmas músicas, desde o ano passado, eu acho. A gente acerta o relógio pelo sino da matriz. Ele começa a tocar às seis da manhã, mesmo aos domingos, e para lá pelas oito da noite. Às seis da noite, a igreja e o sistema de som competem pra informar a hora. Um toca a Ave-Maria de Schubert, outro saúda Nossa Senhora com Chitãozinho e Xororó. Todo santo dia.
Aqui, as pessoas dizem 'bom dia' quando se cruzam, mesmo se não se conhecem. Também dizem 'boa noite'. Mesmo quando não dizem, olham nos olhos da gente e muitos sorriem. Ah, aqui não tem engarrafamento. Aliás, só colocaram semáforo nas ruas um dia desses. Ainda não tem guarda de trânsito. Ninguém leva multa. Dia de feira, o trânsito vira uma confusão. Mas a feira é a mais organizada e limpa que eu já conheci. É ótima pra encontrar meus antigos pacientes, inclusive. Imagine a surpresa deles ao me encontrar, de jeans e sandália, fazendo feira.
O bom de cidade pequena é que você sabe o nome do gerente do mercado, da dona da casa das plantas, da loja de material de construção, do armarinho, da única banca da cidade e eles sabem o seu (ou pelo menos, no meu caso, me chamam de 'doutora'). A dona da lanchonete me chama pelo nome mesmo, a da farmácia também. Sem falar que tudo, tudo isso, fica a uma ou duas ruas da minha casa. É realmente um pulo pra resolver tudo.
Mas o que eu acho mais bonito aqui é que nessa época é aniversário da cidade. O povo enfeita tudo pro desfile e faz questão de participar. Tem exposição de animais, missa do vaqueiro, o desfile, a vaquejada. Não é a minha praia, mas eu respeito a animação.
A cidade é tão grande e tão movimentada que as lojas fecham às sete da noite, exceto as lanchonetes. É perfeita pra mim, que posso virar a noite lendo, vendo série e filme, escrevendo, navegando. Espero que nunca eu precise provar que faço essas coisas. Eu não teria álibi nessa cidade. Aqui todo mundo dorme com as galinhas.
A cidade em que moro é vizinha e bem maior, em comparação. Quando saio pro trabalho, algumas lojas estão abrindo e sempre, sempre, eu me lembro de Meg Ryan em 'You've got mail' a caminho do trabalho enquanto as lojas abrem no Upper West Side. Espero meu transporte diante da maior (e melhor) padaria daqui, sempre lendo um livro, pra não cair em tentação e comprar alguma coisa de lá. Quando eu volto, passo pela padaria e finjo que não vejo, atravesso a praça principal da cidade, que tem uma fonte enorme (nunca entendi o motivo da fonte, só penso em foco de dengue) e uma sorveteria, com gente que não se preocupa com diabetes, nem calorias.
Morar em cidade de interior é ouvir música o dia inteiro pelo sistema de som da cidade. A mesma fita está tocando, com as mesmas músicas, desde o ano passado, eu acho. A gente acerta o relógio pelo sino da matriz. Ele começa a tocar às seis da manhã, mesmo aos domingos, e para lá pelas oito da noite. Às seis da noite, a igreja e o sistema de som competem pra informar a hora. Um toca a Ave-Maria de Schubert, outro saúda Nossa Senhora com Chitãozinho e Xororó. Todo santo dia.
Aqui, as pessoas dizem 'bom dia' quando se cruzam, mesmo se não se conhecem. Também dizem 'boa noite'. Mesmo quando não dizem, olham nos olhos da gente e muitos sorriem. Ah, aqui não tem engarrafamento. Aliás, só colocaram semáforo nas ruas um dia desses. Ainda não tem guarda de trânsito. Ninguém leva multa. Dia de feira, o trânsito vira uma confusão. Mas a feira é a mais organizada e limpa que eu já conheci. É ótima pra encontrar meus antigos pacientes, inclusive. Imagine a surpresa deles ao me encontrar, de jeans e sandália, fazendo feira.
O bom de cidade pequena é que você sabe o nome do gerente do mercado, da dona da casa das plantas, da loja de material de construção, do armarinho, da única banca da cidade e eles sabem o seu (ou pelo menos, no meu caso, me chamam de 'doutora'). A dona da lanchonete me chama pelo nome mesmo, a da farmácia também. Sem falar que tudo, tudo isso, fica a uma ou duas ruas da minha casa. É realmente um pulo pra resolver tudo.
Mas o que eu acho mais bonito aqui é que nessa época é aniversário da cidade. O povo enfeita tudo pro desfile e faz questão de participar. Tem exposição de animais, missa do vaqueiro, o desfile, a vaquejada. Não é a minha praia, mas eu respeito a animação.
A cidade é tão grande e tão movimentada que as lojas fecham às sete da noite, exceto as lanchonetes. É perfeita pra mim, que posso virar a noite lendo, vendo série e filme, escrevendo, navegando. Espero que nunca eu precise provar que faço essas coisas. Eu não teria álibi nessa cidade. Aqui todo mundo dorme com as galinhas.
sábado, abril 27, 2013
Keep It Simple

Keep It Simple (ou : KISS principle acrónimo em inglês de: Keep It Simple, Stupid e também um trocadilho de "princípio do beijo") é um princípio geral que valoriza a simplicidade do projeto e defende que toda a complexidade desnecessária seja descartada. Serve como fórmula útil em diversas áreas como o desenvolvimento de software, a animação, a engenharia no geral e no planejamento estratégico e táctico. Também é aplicado na Literatura, na Música e nas Artes em geral.
Variações comuns são: "Keep It Sweat & Simple", "Keep it Short & Simple" e "Keep it Simple, Silly".
Princípios relacionados
Este princípio provavelmente teve a sua inspiração nos princípios da Navalha de Occam, e das máximas de Leonardo da Vinci "Simplicidade é o último grau de sofisticação", Mies Van Der Rohe "Menos é mais", Albert Einstein "Tudo deve ser feito da forma mais simples possível, mas não mais simples que isso", de Antoine de Saint-Exupéry "A perfeição é alcançada não quando não há mais nada para adicionar, mas quando não há mais nada que se possa retirar").
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Marcadores:
citações,
imagens,
outros blogs,
simplesmente ser
quarta-feira, janeiro 02, 2013
Quem é você?
Li isso e sorri, porque se eu tiver que partir nesse instante deste plano/mundo/existência, terei sido a mesma pessoa, diante dos outros e do espelho, dentro e fora de casa, sozinha ou acompanhada. Porque viver como um só já é complicado o suficiente, imagine interpretar mais de um papel ao mesmo tempo. É coisa pra artista!
domingo, dezembro 02, 2012
...
Agora que a tontura parece melhorar, imagino reorganizar as floreiras, salvar as plantas que sobreviveram à minha ausência. Quem se atreve a olhar pra baixo numa varanda numa crise de labirintite? Metade do verde se foi, justamente os espécimes mais caros, claro.
Olho pro cesto de roupa limpa, transbordando. As peças se acumulando desde agosto, à espera do ferro de passar e de que eu não corra o risco de cair por cima dele.
As cortinas? Nem me fale delas. Tenho que pedir a alguém que me faça o favor de removê-las, porque estou doente de vê-las cheias de poeira sem poder subir numa cadeira pra retirá-las e sacudi-las na máquina de lavar. Entre pioras e melhoras, consigo varrer a casa de vez em quando, mas é de vez em quando mesmo.
Digo que a tontura melhorou, mas foi só até quinta-feira da semana passada, quando os sintomas voltaram, sem explicação. Não, eu não quebrei as regras. Conheço todas de cor, de tanto repeti-las pros pacientes. E nessa piora, lá se foram mais dois quilos, por causa da náusea.
Aliás, o otorrinolaringologista, depois de orientar o tratamento da labirintite, deu uma sugestão a respeito da minha rinite: passar o pano úmido todos os dias no chão do quarto, incluindo embaixo da cama. Eu olhei pra ele e perguntei 'Se eu moro sozinha e estou andando com o auxílio de uma bengala pra não cair, de tão bêbada, como é que eu vou fazer isso?'. Ele não respondeu.
Marcadores:
Brincando de Casinha,
imagens,
ser médica,
simplesmente ser
quarta-feira, outubro 10, 2012
Para Ana Lúcia, guerreira e estrela
É sua atitude diante de uma situação que mostra quem você é. Estou orgulhosa, feliz e grata por você!
Marcadores:
estrelas,
imagens,
simplesmente ser
quinta-feira, setembro 27, 2012
terça-feira, junho 26, 2012
quarta-feira, junho 01, 2011
Olha!
‘Limpamos’ (eu e a turma de personagens, o bom é que tem companhia) todas as gavetas do quarto. Não precisou organizar porque já estava organizado, como você deve imaginar. Uma pessoa com certo grau de TOC devido ao Transtorno bipolar arruma as gavetas como ensinaram na escola técnica de economia doméstica, e ainda dá um up grade - eu suponho que seja devido a isso, mas vamos ao que interessa. ‘Começamos’ ontem pela falta de sono. Meu sono é algo digno daqueles centros de estudo como em ‘Pirates of the Third Reich’ (CSI S06E15): essas ‘pilulinhas’ não dão conta. Uma vez, minha médica teve que prescrever Rohypnol e, além de ser difícil pra conseguir e receber olhares suspeitos nas farmácias, teve o mesmo efeito que água com açúcar. Tenho outras histórias semelhantes. Eu esperava que a idade fosse modificando esse aspecto da minha fisiologia, mas continuamos na mesma. Meio miligrama do mais comum dos controlados pra dormir me levou a assistir ‘Bones’, porque desisti de ficar rolando no sofá-cama (sim, senhora, ‘continuamos’ aqui por causa do mofo). Dois miligramas, no dia anterior, me levaram a acordar meio-dia. Ok. A porcaria até que funcionou, mas possivelmente porque eu mal dormia há noites e noites, mas meio-dia! Isso é embaraçoso, vergonhoso e ‘temos’ uma faxina a fazer, que fica sendo interrompida por ‘é bom lavar a louça’, ‘finalmente a chuva deu uma trégua, lava o pergolado que você prometeu há três dias!’, ‘vou enterrar o-que-se-decompõe, pra fazer adubo’, ‘é bom aproveitar pra passar outra vassoura na casa que não custa nada’ e... são duas e meia.

Hora de comer antes que eu comece a não dizer coisa-com-coisa (tem que ter hífen, não me importa a regra, que nunca entendia, nem na época da ED). Hora de tomar banho também e trocar de roupa, pra descansar, porque essa energia toda foi uma caneca de café que tomei pela ‘manhã’ (não acordei tão cedo assim, um comprimido e meio pra conseguir fechar os olhos de vez, aliás detesto tomar remédio, tomo porque preciso) e estou cansada, tão cansada (igual à poesia de Fernando Pessoa, que já devo ter postado).
Contei que estou cabendo de novo numa calça querida, especial pra bagunça? Era pra ‘enquanto eu emagrecia’, depois emagreci, não quis me desfazer da peça, mandei apertar e deixei pra me ajudar nos ‘serviços pesados’. Se faxina não é ‘serviço pesado’, não sei o que é. Bom, mas, eu engordei ‘um muitinho’, a ponto de tirar os ajustes da calça e ainda assim ela coube. Isso me fez bem, porque antes eu era tão gorda que jamais caberia naquela calça. Até pensei, coisa de ‘artista’, em emoldurar a calça jeans, manchada de tinta mesmo, com uma moldura dourada e colocar por aqui. Eu ia achar legal, me lembrando o que passei com essa calça, que foi uma das poucas jeans que tive, porque não gosto do tecido. Muito quente pro nosso clima, só gosto nessa época. Sobre emoldurar a calça: ou iam achar horrível, ou o máximo. Arte é assim mesmo. E o que mais importante: voltei a perder peso, devagarzinho, mas espero que sempre.

Sabe, é bom fazer faxina assim: sem ninguém pegando no pé, com boa companhia (excelente, eu diria!), ouvindo a trilha sonora de ‘Bones’ (que é ainda melhor que a série de TV).
(Acredita que parei tudo pra gritar, não muito alto, pra pessoa que joga água lá de cima ao lavar o terraço - e bate na minha parede, onde começou o mofo, o tempo úmido só ajudou - porque a mesma estava fazendo isso de novo? Que saco! Já falei, já mostrei - nessa época não 'pega' porque tudo aqui fica úmido. Bem dizia alguém que o melhor vizinho é aquele que você nem percebe que ele existe.)

Hora de comer antes que eu comece a não dizer coisa-com-coisa (tem que ter hífen, não me importa a regra, que nunca entendia, nem na época da ED). Hora de tomar banho também e trocar de roupa, pra descansar, porque essa energia toda foi uma caneca de café que tomei pela ‘manhã’ (não acordei tão cedo assim, um comprimido e meio pra conseguir fechar os olhos de vez, aliás detesto tomar remédio, tomo porque preciso) e estou cansada, tão cansada (igual à poesia de Fernando Pessoa, que já devo ter postado).
Contei que estou cabendo de novo numa calça querida, especial pra bagunça? Era pra ‘enquanto eu emagrecia’, depois emagreci, não quis me desfazer da peça, mandei apertar e deixei pra me ajudar nos ‘serviços pesados’. Se faxina não é ‘serviço pesado’, não sei o que é. Bom, mas, eu engordei ‘um muitinho’, a ponto de tirar os ajustes da calça e ainda assim ela coube. Isso me fez bem, porque antes eu era tão gorda que jamais caberia naquela calça. Até pensei, coisa de ‘artista’, em emoldurar a calça jeans, manchada de tinta mesmo, com uma moldura dourada e colocar por aqui. Eu ia achar legal, me lembrando o que passei com essa calça, que foi uma das poucas jeans que tive, porque não gosto do tecido. Muito quente pro nosso clima, só gosto nessa época. Sobre emoldurar a calça: ou iam achar horrível, ou o máximo. Arte é assim mesmo. E o que mais importante: voltei a perder peso, devagarzinho, mas espero que sempre.

Sabe, é bom fazer faxina assim: sem ninguém pegando no pé, com boa companhia (excelente, eu diria!), ouvindo a trilha sonora de ‘Bones’ (que é ainda melhor que a série de TV).
(Acredita que parei tudo pra gritar, não muito alto, pra pessoa que joga água lá de cima ao lavar o terraço - e bate na minha parede, onde começou o mofo, o tempo úmido só ajudou - porque a mesma estava fazendo isso de novo? Que saco! Já falei, já mostrei - nessa época não 'pega' porque tudo aqui fica úmido. Bem dizia alguém que o melhor vizinho é aquele que você nem percebe que ele existe.)
Marcadores:
CSI,
Fernando Pessoa,
música,
ser bipolar,
ser escritora,
ser Técnica em Economia Doméstica,
Séries de TV,
simplesmente ser,
TV
segunda-feira, maio 30, 2011
Antes que saiam perguntando
Pra quem não sabe, aqui mora uma turma enorme de personagens, que pelo visto a cada dia aumenta mais, ainda bem que não ocupa espaço, não come 'de verdade', mas dá abraços melhores que de muita gente. Amo essas pessoas e sei que não são reais, são 'meus arquétipos'. Então não sou esquizofrênica, pros desinformados. Ser bipolar já basta. Tchau, que o pequeno é insistente. Vou deixar ele desenhando, ou digitando, e ver alguma coisa com o avô dele, que é 'um de meus amores'.
Marcadores:
fotografia,
imagens,
ser bipolar,
ser escritora,
simplesmente ser
Vida
O atendimento pra religar o número da TIM demora tanto que dá tempo de checar o twitter, o email e escrever o post com uma mão só. Liga, atende, dá o número do protocolo e você fica 'alô', sozinha. Liga, dão aquelas infinitas alternativas, você fica homérica da vida, dão o número do protocolo e a moça jura pra você que ligar pro 1056 e aquele não é o número 1056. Eu desliguei e conferi. Era o 1056. Liga, infinitas alternativas, '0, seu ddd, o número do seu telefone, depos disque estrela', número do protocolo... Enquanto isso, adivinha: não tinha conta sumida! Era aquela que chegou na sexta-feira mesmo, só que chegou tão atrasada que pensei que já era outra. Esqueci de conferir os meses. Eu não sou uma bagunceira, só uma desorganizada, tenho salvação e...
Valeu a espera! Primeiro a menina do atendimento (quando a gente começa a chamar a 'menina do atendimento', realmente os anos pesam) era um doce, segundo que tive uma idéia boba e brilhante. Falando com a tal 'menina', percebi que nunca me esqueço de pagar o aluguel e minha desculpa pro atraso com a TIM é que estou dentro de casa, esqueço o passar dos dias. Mas quando estava trabalhando, esquecia (se a a conta não chegava) por causa do corre-corre. O aluguel, não, nunca falta. Pode perguntar à dona da casa. Então veio aquele 'plim!'. Já coloquei um avisão ao lado do computador, já que não saio da frente dele mesmo.
(quando a gente diz que a menina do atendimento era 'um doce' tá na idade de ser avó)
PS, nada a ver com a crônica, se isso for crônica: o irmão daquele meu garoto tá começando a andar e quer aprender a mexer aqui. Dá licença.
Valeu a espera! Primeiro a menina do atendimento (quando a gente começa a chamar a 'menina do atendimento', realmente os anos pesam) era um doce, segundo que tive uma idéia boba e brilhante. Falando com a tal 'menina', percebi que nunca me esqueço de pagar o aluguel e minha desculpa pro atraso com a TIM é que estou dentro de casa, esqueço o passar dos dias. Mas quando estava trabalhando, esquecia (se a a conta não chegava) por causa do corre-corre. O aluguel, não, nunca falta. Pode perguntar à dona da casa. Então veio aquele 'plim!'. Já coloquei um avisão ao lado do computador, já que não saio da frente dele mesmo.
(quando a gente diz que a menina do atendimento era 'um doce' tá na idade de ser avó)
PS, nada a ver com a crônica, se isso for crônica: o irmão daquele meu garoto tá começando a andar e quer aprender a mexer aqui. Dá licença.
Marcadores:
meus escritos,
ser escritora,
simplesmente ser
Hipoglicemia
O que é que eu ia comentar mesmo? Ando assim, chegando nos lugares em casa e me perguntando o que fui fazer ali, levando objetos completamente diferentes pros outros lugares, então percebo e tenho que voltar, como diria a Emília (antes que alguém diga Que Emília?', ora você conhece outra além daquela do Monteiro Lobato?). Bem, como diria a Emília: eu ando uma velha coroca, pra não dizer que sou uma, porque sempre sempre me senti velha, além dessa geração. Pode perguntar a quem estudou comigo e todas confirmarão. 'Todas' porque é uma escola onde só estudam meninas, não por razões sexistas, mas porque duvido que meninos queiram ser técnicos em Economia Doméstica. Quer dizer, devem haver alguns, mas os pais não permitiriam, e taí uma questão interessante e espinhosa pra D. Noilde, a antiga diretora da minha Escola da Escola Doméstica), alguns pensariam. Tarde demais. Ela ofereceu o curso misto há tanto tempo que as fotos que vi eram em preto e branco, mas parece que a idéia não 'pegou'.
Mas (não se começa parágrafo com 'mas', agora é tarde, 'seu' Cegalla), como eu estava tentando dizer e a memória não ajuda (fico me perguntando como homens como João Cabral, Saramago, conseguiam. Se não fosse o tal google...). Eu pensava que era confusa até ligar pra TIM. Povo de Deus!). Eles pedem o número do DDD, o número do telefone celular, 'depois tecle estrela’, e falam tão rápido que eu fiz tudo certo que da primeira vez repetiram o número inteiro pra conferir se eu havia digitado certo e achei que havia digitado errado, de tão rápido de que a 'atendente' falou. Fui atendida numa sala tão barulhenta, que eu não conseguia entendê-la, apesar de atenciosa e educada. Entendem por que eu não ligo pra resolver tudo no site, porque antes preciso passar por esse mesmo calvário pra pegar login e senha do site?
O que eu conseguir deduzir, do incidente inteiro: o carteiro não ter me entregue a conta da TIM (e eu pago tudo muito antes da data, basta colocar na caixa, se não colocar, esqueço), o site da TIM (que omiti porque nem vale teclar), revirar a cada atrás da conta (que achei estar paga, inclundo o fichário impecável das contas e a sacola não-tão-impecável onde sacudo tudo pra arquivar depois), aproveitar e arquivar dois terços daquela papelada (como aquilo se junta? É igual sacola plástica? Se reproduz?), todo o atendimento, o email pro meu irmão contando parte da saga (ou ele adora isso, ou ele perdoa e deleta sem nem ler, mas acho que não porque ele comenta comigo), é que isso é vida, sim, mas também desgasta, e eu já amanheço desgastada.
Sim, senhora, eu faço minha parte e me esforço pra tudo dar certo. Deus sabe que acordei cedo, que realmente mal dormi, tomei café de verdade, varri a sala (não pergunte o estado anterior, D. Noilde cairia dura), arrumei esses papéis, 'redecorei o banheiro' (não pergunte como se decora banheiro, é frescura), ia lavar o pergolado mas começou a chover (eita as minhocas devem ter fugido!), coloquei o lixo pra fora, comecei a faxina do quarto (isso significa: tirar as gavetas, pôr sobre a cama e deixar arejando até amanhã porque 'cansei'), terminei de 'organizar os organizadores' com as miçangas e outras bolinhas pra fazer colar, marcador e outras frescuras que meu irmão não deve ter muito interesse, lavei a louça e acabo de descobrir que estou morrendo de fome, porque já estava morrendo de fome quando escrevi pro hermano e já se passaram mais de duas horas! Daí falar tanta besteira ao mesmo tempo: é hipoglicemia.

Eu sei, vocês acham que fiz pouco. Eu esqueci de falar da horas que chorei, que continuo chorando. Esqueci de falar de dor. Eu ando com tanta cólica desde ontem! Eu sinto tanta dor que, se eu fosse professora de Medicina, eu ia ensinar que, exceto se prejudicasse muito o diagnóstico, o médico começasse passando a dor da gente, depois o médico pensava no diagnóstico. Eu devo pagar algum pecado, por achar que minha mãe exagerava. Ela sente mais dor que eu, acho. Os médicos não entendem, a não ser quando são eles os doentes. É por isso que as pessoas com dor são tão briguentas, irritadas. Saia um dia com dor de cabeça, nem precisa ser a enxaqueca que já tive hoje, e perceba como sua paciência diminui. Talvez por isso, eu fosse tão atenciosa, tão paciente, na faculdade, com quem tinha dor. Os colegas me achavam uma idiota. Mal sabiam eles da dor física e emocional que eu enfrentava. Sabe aquela preguiça pra sair da cama, certos dias? Multiplique por pelo menos cem, acrescente a pior dor de sua vida multiplique por dois (exceto se for uma cólica renal ou um parto), e entenda que algumas pessoas sentem esse nível de dor emocionalmente. Às vezes, fisicamente também.

Entendeu meu dia?
Antes que eu escreva mais besteiras aqui que o habitual, vou comer. E não liguem pros meus horários. Eu só costumava comer depois do último paciente, porque tinha pena dele ficar com fome.
Mas (não se começa parágrafo com 'mas', agora é tarde, 'seu' Cegalla), como eu estava tentando dizer e a memória não ajuda (fico me perguntando como homens como João Cabral, Saramago, conseguiam. Se não fosse o tal google...). Eu pensava que era confusa até ligar pra TIM. Povo de Deus!). Eles pedem o número do DDD, o número do telefone celular, 'depois tecle estrela’, e falam tão rápido que eu fiz tudo certo que da primeira vez repetiram o número inteiro pra conferir se eu havia digitado certo e achei que havia digitado errado, de tão rápido de que a 'atendente' falou. Fui atendida numa sala tão barulhenta, que eu não conseguia entendê-la, apesar de atenciosa e educada. Entendem por que eu não ligo pra resolver tudo no site, porque antes preciso passar por esse mesmo calvário pra pegar login e senha do site?
O que eu conseguir deduzir, do incidente inteiro: o carteiro não ter me entregue a conta da TIM (e eu pago tudo muito antes da data, basta colocar na caixa, se não colocar, esqueço), o site da TIM (que omiti porque nem vale teclar), revirar a cada atrás da conta (que achei estar paga, inclundo o fichário impecável das contas e a sacola não-tão-impecável onde sacudo tudo pra arquivar depois), aproveitar e arquivar dois terços daquela papelada (como aquilo se junta? É igual sacola plástica? Se reproduz?), todo o atendimento, o email pro meu irmão contando parte da saga (ou ele adora isso, ou ele perdoa e deleta sem nem ler, mas acho que não porque ele comenta comigo), é que isso é vida, sim, mas também desgasta, e eu já amanheço desgastada.
Sim, senhora, eu faço minha parte e me esforço pra tudo dar certo. Deus sabe que acordei cedo, que realmente mal dormi, tomei café de verdade, varri a sala (não pergunte o estado anterior, D. Noilde cairia dura), arrumei esses papéis, 'redecorei o banheiro' (não pergunte como se decora banheiro, é frescura), ia lavar o pergolado mas começou a chover (eita as minhocas devem ter fugido!), coloquei o lixo pra fora, comecei a faxina do quarto (isso significa: tirar as gavetas, pôr sobre a cama e deixar arejando até amanhã porque 'cansei'), terminei de 'organizar os organizadores' com as miçangas e outras bolinhas pra fazer colar, marcador e outras frescuras que meu irmão não deve ter muito interesse, lavei a louça e acabo de descobrir que estou morrendo de fome, porque já estava morrendo de fome quando escrevi pro hermano e já se passaram mais de duas horas! Daí falar tanta besteira ao mesmo tempo: é hipoglicemia.

Eu sei, vocês acham que fiz pouco. Eu esqueci de falar da horas que chorei, que continuo chorando. Esqueci de falar de dor. Eu ando com tanta cólica desde ontem! Eu sinto tanta dor que, se eu fosse professora de Medicina, eu ia ensinar que, exceto se prejudicasse muito o diagnóstico, o médico começasse passando a dor da gente, depois o médico pensava no diagnóstico. Eu devo pagar algum pecado, por achar que minha mãe exagerava. Ela sente mais dor que eu, acho. Os médicos não entendem, a não ser quando são eles os doentes. É por isso que as pessoas com dor são tão briguentas, irritadas. Saia um dia com dor de cabeça, nem precisa ser a enxaqueca que já tive hoje, e perceba como sua paciência diminui. Talvez por isso, eu fosse tão atenciosa, tão paciente, na faculdade, com quem tinha dor. Os colegas me achavam uma idiota. Mal sabiam eles da dor física e emocional que eu enfrentava. Sabe aquela preguiça pra sair da cama, certos dias? Multiplique por pelo menos cem, acrescente a pior dor de sua vida multiplique por dois (exceto se for uma cólica renal ou um parto), e entenda que algumas pessoas sentem esse nível de dor emocionalmente. Às vezes, fisicamente também.
Entendeu meu dia?
Antes que eu escreva mais besteiras aqui que o habitual, vou comer. E não liguem pros meus horários. Eu só costumava comer depois do último paciente, porque tinha pena dele ficar com fome.
domingo, janeiro 30, 2011
Orgulho de ser brasileira

Um dos meus primeiros (e melhores) empregos da minha carreira médica, foi trabalhar num colégio estadual da capital, que era referência em para-atletismo. Na época, a maioria dos para-atletas pernambucanos treinava lá. Lembro que uma equipe ganhou medalha de ouro em um campeonato, mas não tenho certeza do esporte. Acho que era hóquei sobre patins. O capitão do time era deficiente mental leve. Estava mais em forma que eu, com certeza.
Conheci a equipe inteira de natação, com deficientes visuais, no exame dermatológico. Nunca vi um dos para-atletas se queixando por ser deficiente. Acredito que praticar um esporte melhora a auto-estima de qualquer um, além de ajudar a ser disciplinado. A prova disso está aqui, numa reportagem do JN: 'Brasil bate recorde de medalhas no Mundial de Para-Atletismo'. O Brasil ficou em terceiro lugar, no quadro de medalhas.
Que venham as para-olimpíadas no Rio!
Marcadores:
citações,
fotografia,
imagens,
ser médica,
simplesmente ser,
TV
domingo, janeiro 23, 2011
Recente, li em algum lugar (acho que foi no Twitter): 'O gosto musical é inversamente proporcional ao volume que se ouve'. Eu acrescento: a embriaguez também é inversamente proporcional ao volume da música. É difícil estudar quando o vizinho passa o dia ouvindo porcaria no último volume. Estudar, só, não. É difícil ouvir a TV, o computador, o rádio, meus pensamentos...
Vizinho bom é aquele que não incomoda. Cresci ouvindo que 'vizinho não é pra viver na casa dos vizinhos, porque vizinho é família mais próxima que a gente tem'. Em geral, se você não for de incomodar, quando precisar, seu vizinho vai ajudar com boa vontade.
(Que raios de música é essa que repete 'minhas amigas são três' umas dez vezes antes de começar de verdade? E a versão das bandinhas de 'Time after time'? Chamar essa música de 'brega' é ofensivo. Independente da letra, as músicas de Reginaldo Rossi são muito bem arranjadas.)
Vizinho bom é aquele que não incomoda. Cresci ouvindo que 'vizinho não é pra viver na casa dos vizinhos, porque vizinho é família mais próxima que a gente tem'. Em geral, se você não for de incomodar, quando precisar, seu vizinho vai ajudar com boa vontade.
(Que raios de música é essa que repete 'minhas amigas são três' umas dez vezes antes de começar de verdade? E a versão das bandinhas de 'Time after time'? Chamar essa música de 'brega' é ofensivo. Independente da letra, as músicas de Reginaldo Rossi são muito bem arranjadas.)
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Dia de estrela
Hoje é dia mundial do terapeuta ocupacional, amanhã é dia do farmacêutico.
Hoje foi dia de trabalhar além do horário, pegar 'n' transportes pra voltar pra casa. Amanhã é dia de colocar a vida em ordem.
Hoje é dia da desforra com a dieta, depois de três dias loucos. Amanhã é dia de compensar.
Hoje é dia de colocar a correspondência em dia. Amanhã, ler o que aconteceu no mundo.
Hoje é dia de me perguntar quanto tempo eu aguento no emprego e o que estou fazendo tão longe de casa, amanhã dia de organizar a estratégia de estudo pro concurso pra trabalhar pra sempre perto de casa.
Hoje, amanhã. Que diferença faz? Dorothy estava certa:
'Não há lugar como o lar'.
P.S.: hoje é dia de São Sebastião, padroeiro dos homossexuais. Padroeiro daqui também, maior festa.
Hoje foi dia de trabalhar além do horário, pegar 'n' transportes pra voltar pra casa. Amanhã é dia de colocar a vida em ordem.
Hoje é dia da desforra com a dieta, depois de três dias loucos. Amanhã é dia de compensar.
Hoje é dia de colocar a correspondência em dia. Amanhã, ler o que aconteceu no mundo.
Hoje é dia de me perguntar quanto tempo eu aguento no emprego e o que estou fazendo tão longe de casa, amanhã dia de organizar a estratégia de estudo pro concurso pra trabalhar pra sempre perto de casa.
Hoje, amanhã. Que diferença faz? Dorothy estava certa:
'Não há lugar como o lar'.
P.S.: hoje é dia de São Sebastião, padroeiro dos homossexuais. Padroeiro daqui também, maior festa.
Marcadores:
Cinema,
citações,
Dia de Estrela,
Fé,
Literatura,
meus escritos,
ser médica,
simplesmente ser
domingo, janeiro 02, 2011
Resoluções

Fonte: Desktop Nexus
Interessante esse texto, que ensina a não ter uma lista de coisas a fazer no ano vindouro, mas sim uma lista do que deixar de fazer.
Eu lembro a você, anômimo leitor, que o Ano Novo é apenas uma data. Você pode tomar resoluções a qualquer hora, não esperar pela segunda-feira pra começar a nova dieta, e por aí vai.
Como diz o autor do artigo:'Suponha que você acordasse amanhã e recebesse dois telefonemas. O primeiro telefonema dizia que você herdou $ 20 milhões, sem restrições nem regras. A segunda ligação diz que você tem uma doença incurável e terminal, e você não tem mais de 10 anos para viver. O que você faria diferente, e, especialmente: O que você pararia de fazer?'
Se você realmente levar a pergunta a sério, pode se surpreender com os resultados. Fiz isso uma vez, sem ter os 20 milhões, aprendi muito. Aparentemente, não aprendi o suficiente, mas depois de ler o artigo, eu sei e-xa-ta-men-te o que pararia de fazer. E você?

Fonte: Cafe Press.
Marcadores:
citações,
fotografia,
imagens,
indicações,
outros blogs,
ser bipolar,
ser médica,
simplesmente ser
sábado, dezembro 25, 2010
Estrela cadente
Claro que quase ninguém, acho mesmo que ninguém lembra desse post antigo. Acabo de saber que aquele meu referencial de avó e mãezona se foi. Vocês acreditam que eu não estou triste com isso?
Ela viveu a vida tão plenamente, a ponto de falecer durante uma viagem com amigos, numa idade tão avançada. Deu seguimento a uma instituição que é referência nacional, criou uma universidade e um colégio, legalizou nossa profissão, e eu aproveitei cada oportunidade que tive pra agradecer pessoalmente o que ela representou pra mim. Nunca parece o suficiente.
Quem acompanha o blog, sabe o quanto amo ser técnica em Economia Doméstica. Boa parte do mérito foi de D. Noilde Ramalho, que eu via como uma de minhas mães. Dizer que estou triste, triste, não. Mas meu mundo ficou menor.

Rosa Champagne: admiração, recordações
Rosa Cor-de-Rosa: amizade, gratidão, carinho
Rosa Roxa: Amor materno
Ela viveu a vida tão plenamente, a ponto de falecer durante uma viagem com amigos, numa idade tão avançada. Deu seguimento a uma instituição que é referência nacional, criou uma universidade e um colégio, legalizou nossa profissão, e eu aproveitei cada oportunidade que tive pra agradecer pessoalmente o que ela representou pra mim. Nunca parece o suficiente.
Quem acompanha o blog, sabe o quanto amo ser técnica em Economia Doméstica. Boa parte do mérito foi de D. Noilde Ramalho, que eu via como uma de minhas mães. Dizer que estou triste, triste, não. Mas meu mundo ficou menor.

Rosa Champagne: admiração, recordações
Rosa Cor-de-Rosa: amizade, gratidão, carinho
Rosa Roxa: Amor materno
Assinar:
Postagens (Atom)





